SÃO LUÍS – A trágica morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que faleceu após saltar de rope jump em São Paulo, reacendeu o debate sobre a rigidez dos protocolos de segurança em esportes de aventura. O caso foi o tema do Atualidades, da rádio Mirante News FM, nesta quarta-feira (17), que recebeu o Cabo Pouso, instrutor de rapel, para analisar as falhas técnicas e o comportamento de equipes e praticantes em situações que envolvem riscos verticais.
Durante a entrevista, o especialista apontou que a busca constante por registros para redes sociais e o excesso de confiança são fatores que costumam desviar o foco do que é crucial: a vida.
Para o instrutor, o medo não deve ser visto como um obstáculo, mas sim como um aliado do profissional para garantir que a negligência jamais tome o espaço da técnica. Ele defendeu que o respeito ao limite de cada participante e a sobriedade no topo da plataforma de salto devem ser superiores a qualquer distração.
Veja.
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