SÃO LUÍS – Em entrevista ao Atualidades desta quinta-feira (19), os psicólogos Jediael Abreu e Tatiana Oliveira discutiram a chamada “preguiça terapêutica”, tendência apontada pela consultoria WGSN como comportamento em alta para 2026.
Segundo os especialistas, a cultura da hiperprodutividade tem associado o valor do indivíduo ao desempenho profissional, transformando o cansaço em símbolo de status e pertencimento. Eles alertam que essa lógica pode levar ao adoecimento emocional, distúrbios do sono e ao burnout, o esgotamento relacionado ao trabalho.
Durante o programa, os entrevistados destacaram que a preguiça terapêutica não significa negligência, mas uma recusa consciente ao excesso de demandas e estímulos, especialmente no ambiente digital.
“Às vezes, essa hiperatividade ou hiperprodutividade é uma fuga de si, ou uma espécie de anestésico para não entrar em contato com as suas dores, para fugir de seus dilemas morais, para fugir da sua complexidade existencial. Então fazer muita coisa faz com que eu não pense em mim, e isso produz adoecimento” pontuou Jediael Abreu.
Veja.
Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.