SÃO LUÍS – O recente caso do jovem Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, encontrado com vida após quatro dias desaparecido na região do Pico do Paraná, reacendeu o alerta sobre os riscos envolvidos na prática de trilhas e atividades em ambientes naturais.
O episódio, apesar do desfecho positivo, evidencia a importância do planejamento prévio, do respeito aos limites físicos e do cumprimento de medidas básicas de segurança. O tema foi debatido no Atualidades desta quarta-feira (14), com a participação de Márcio Cruz, do grupo Trilha Pé no Chão, e Silvio de Oliveira, do Andarilhos Adventure.
Entre as principais orientações destacadas estão o conhecimento do percurso, a avaliação do nível de dificuldade, a atenção às condições climáticas e o uso de equipamentos adequados, como calçados apropriados, lanterna, água, alimentos e itens de navegação. Os especialistas também reforçam que trilhas não devem ser feitas sozinho e que o grupo deve permanecer unido durante todo o trajeto, interrompendo a atividade diante de sinais de mal-estar. Informar terceiros sobre o roteiro e o horário de retorno é outra medida essencial.
“Quem vai para a trilha, vai para um ambiente não controlado, inóspito, na mata, e você tem certas fragrâncias que atraem abelhas, e você tem certas fragrâncias que irritam marimbondos. Ou seja, de qualquer forma, você vai ser atacado dependendo do tipo de perfume. Os animais na selva, na mata, eles são muito sensíveis a cheiros, muito sensíveis. Tem animais que não enxergam, mas eles sentem o cheiro” destacou Márcio Cruz.
Veja.
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