De Cajari Pra Capital e pro Mundo em Bodas de Ouro

Fazer música essencialmente maranhense significa uma posição política para mim, define Josias Sobrinho

Participando do Troca de Ideia, no Plugado, na Mirante FM, o cantor e compositor maranhense, que celebra 50 anos em 2022, falou também de influências musicais, engajamento político e planos para o futuro com a música.

Pedro Sobrinho/Jornalista

- Atualizada em 27/03/2022 às 10h56
Josias Sobrinho celebrando 50 anos na Mirante FM. Foto: Divulgação
Josias Sobrinho celebrando 50 anos na Mirante FM. Foto: Divulgação (Josias Sobrinho)

A edição da quarta-feira (23/2), do TROCA DE IDEIA, no PLUGADO, na MIRANTE FM, foi com o cantor e compositor JOSIAS SOBRINHO que celebra 50 anos de carreira em 2022. O bate-papo foi intercalado com músicas de autoria do músico penavelse, residente em Cajari, também na Baixada Maranhense, e depois aportou em São Luís e ficou definitivamente para construir uma história e um legado musical imortalizado. Ouvimos entre uma pergunta e outra o BILTRE, com as participações de ZECA BALEIRO e LENITA PINHEIRO, esposa de JOSIAS SOBRINHO. Teve ainda TERRA DE NOEL com a participação de CHICO SALDANHA, além de DENTE DE OURO e a regravação de TRÊS POTES com as participações de CÉSAR NASCIMENTO e RENATA GASPAR, além de JOSIAS, autor da música declamando trechos da poesia CANÇÃO DO TAMOIO do poeta maranhense GONÇALVES DIAS.

Entre outros assuntos abordados no TROCA DE IDEIA, o cantor e compositor JOSIAS SOBRINHO destacou a homenagem feita escola de samba TURMA DO QUINTO, do bairro da Madre Deus, das suas influências musicais, engajamento político como músico e cidadão, além de planos para o futuro na área musical. Apesar de várias influências, JOSIAS afirmou que a musicalidade dele é essencialmente maranhense. Para o artista, fazer música maranhense significa para ele é uma posição política.

A influência de pai, dos discos e do rádio que ele tinha em casa, na cidade de Cajari. Entre as influência da época, ele citou Chico Buarque e Geraldo Vandré.

- A gente aprende a fazer música olhando os compositores. Embora tenha estudado para ter outros olhares da música, mas a música que faço é essencialmente maranhense. Fazer música maranhense é que para mim uma posição política - garante - define.

Histórias

Ao dar os seus primeiros passos na música, Josias se aproximou, no início da década de 1970, do recém-nascido LABORARTE. Ainda naquela década, ele teve suas composições gravadas no disco Bandeira de Aço, um marco na música, com obras de César Teixeira, Sérgio Habibe, Ronaldo Mota, além de Josias, com as canções do disco interpretadas por PAPETE.

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