UFMA

Acadêmicos da UFMA ameaçam interditar Av. Pedro Neiva

Os estudantes estão acampados no campus Bom Jesus desde ontem (8).
Diana Cardoso/Imirante Imperatriz09/04/2014 às 10h02

Acadêmicos da UFMA continuam acampados no campus Bom Jesus. (Foto: Diana Cardoso/ Imirante Imperatriz)

IMPERATRIZ – Os acadêmicos dos cursos de Enfermagem, Engenharia de Alimentos e Licenciatura em Ciências Naturais da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), estão desde esta terça-feira(8), acampados no pátio e corredores do campus no Bom Jesus. Os estudantes reivindicam melhorias na estrutura da universidade, nos cursos, mais professores e Restaurante Universitário (RU), segurança, entre outros pontos.

Acadêmicos da UFMA ameaçam interditar Av. Pedro Neiva. (Foto: Diana Cardoso/ Imirante Imperatriz)

De acordo com presidente do Centro Acadêmico de Enfermagem Vitor Pachelle, se não tiverem nenhuma posição a reitoria da universidade ainda esta semana vão interditar a Avenida Pedro Neiva de Santana e ocupar, também, o campus da UFMA no Centro.

“Esta é uma greve legal, se a UFMA diz para gente que não tem como montar um RU, que pelo ou menos paguem uma parte da alimentação. Faltam muitas coisas, existem apenas doze professores, destes seis estão afastados, um locado na Coordenação, restando somente cinco para todo o curso. Se for preciso ficar aqui 40 dias vamos ficar, esta semana vamos continuar com ações que chamem atenção”, afirma.

Os estudantes estão acampados na universidade desde ontem (8). (Foto: Diana Cardoso/ Imirante Imperatriz)

Para o acadêmico do oitavo período de Enfermagem Alan Raniere a universidade pede socorro.“Não sei como querem formar profissionais numa universidade defasada como está a UFMA. Falta o básico, professores, disciplinas não são ofertadas. A acessibilidade é horrível, quando chove entra água no campus, fica alagado. Os laboratórios não tem coisas básicas como luvas para procedimentos, uma precariedade”, reclama o estudante Alan Raniere.

O ônibus que faz linha para Bom Jesus não passa no Terminal de Integração, o que obriga os acadêmicos a pegarem dois ônibus a cada viagem.

Os estudantes do curso de medicina foram transferidos para o campus, na rua Urbano Santos no Centro.

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