RIO - Sob o olhar atento do presidente do Vasco, Eurico Miranda, o atacante Romário foi absolvido da pena por doping nesta quinta-feira, por unanimidade. O recurso do Baixinho foi julgado no Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) durante 2h15m. Desta forma, o craque está liberado para voltar a jogar.
Romário foi suspenso por 120 dias pelo uso de um comprido contra queda de cabelo que continha a substância finasterida. A punição começou no dia 5 de dezembro de 2007.
O camisa 11 chegou às 13h para acompanhar a sessão e sentou na segunda fila. Como o Vasco desistiu de defendê-lo, o jogador contratou o advogado Mário Pucheu para assumir o caso. Mas os principais dirigentes do clube compareceram à sessão. Além do presidente vascaíno, o supervisor de futebol do clube, Paulo Angioni, e o vice de futebol, José Luiz Moreira, aparecem no Tribunal para apoiar Romário no julgamento.
Os trabalhos começaram pouco depois de 14h. Romário foi chamado para prestar depoimento e disse que estava muito nervoso com a situação. Segundo o Baixinho, é a primeira vez que ele passa por algo assim na carreira. O jogador do Vasco esclareceu que é usuário da finasterida há dez anos, mas nunca foi pego nos exames. Ele destaca também que no dia do jogo contra o Palmeiras, pelo Brasileirão 2007, comunicou aos médicos do clube sobre o uso do medicamento.
O atacante do Vasco começou a chorar ao comentar o difícil momento na carreira. O presidente do STJD, Rubens Approbato, pediu água para o atacante se acalmar. Romário tentou voltar a falar por três vezes, mas não conseguiu. Approbato, então, resolveu interromper a sessão por cinco minutos para o atacante se recompor.
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