JUIZ DE FORA - Cerca de duas mil pessoas presenciaram nesta quinta-feira (18/01), no ginásio da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), a abertura oficial da 1ª Taça das Nações Indígenas de Futebol. O torneio, que termina no domingo, reúne aproximadamente 600 índios de 19 etnias de vários estados do Brasil. Para o evento, uma parceria foi firmada entre Ministério do Esporte, que destinou R$ 374 mil, e Instituto Cidade, que deu contrapartida de R$ 44 mil.
Dentre as etnias participantes estão os Kayapó, do Pará; os Terena, do Mato Grosso do Sul; os Kanela, do Maranhão; os Xokleng, de Santa Catarina; os Pataxó, da Bahia; os Javaé, Xerente e KarajáS, do Tocantins. Do Mato Grosso, os Rikibaktsa, Xavante, Bororo Boé, os Paresi Haliti e os Xinguano. Também os Assurini do Trocará, entre outros.
A cerimônia de abertura contou com apresentações das delegações e danças típicas específicas de cada um dos povos.
Para o presidente do Comitê Intertribal, Carlos Terena, os jogos de futebol deixam claro que o importante não é competir, mas uma maneira de celebrar a vitória de um povo e suas manifestações. Quando a pira da Taça das Nações foi acesa, Terena mandou uma mensagem para os presentes. “Espero que essa chama se acenda nos corações de cada um de Juiz de Fora, que nos ajudou a demonstrar que o índio tem cara e voz”, declarou.
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