RIO - Começou nesta sexta-feira a prova de fogo para que o Brasil 1 possa participar da Volvo Ocean Race. O barco deixou Fernando de Noronha no final da manhã, rumo a Cascais, em Portugal. A parada no arquipélago pernambucano foi a última da tripulação antes de chegar à Europa, em cerca de duas semanas.
A viagem é um pré-requisito da organização da prova para permitir que o Brasil 1 dispute a regata de volta ao mundo. Antes da largada, todos os barcos devem passar por uma travessia de classificação de, no mínimo, 2000 milhas náuticas (3704 km).
- Essa viagem até Portugal é muito importante porque precisamos conhecer o barco. Além disso, temos de descobrir o que podemos melhorar no barco durante essa viagem, para termos tempo de fazer as mudanças antes da largada da Volvo, em novembro - diz o proeiro neozelandês Andy Meiklejohn.
Além disso, a cada dia a tripulação se mostra mais entrosada.
- As manobras estão mais rápidas a cada dia e a tripulação está mostrando entrosamento. Agora, rumo a Cascais, para completar esta etapa do projeto - disse o bicampeão olímpico Torben Grael, comandante do barco.
A partir de agora, o Brasil 1 passa a velejar com 11 pessoas, uma a mais do que durante a regata. Estão a bordo, além do comandante Torben, os brasileiros Marcelo Ferreira, Kiko Pellicano, João Signorini e André Fonseca, a australiana Adrienne Cahalan, os neozelandeses Stuart Wilson e Andy Meiklejohn, o espanhol Roberto Bermudez e o irlandês Damian Foxall, além de Martin Carter, que faz parte da equipe de terra.
Alan Adler, também diretor do projeto, e os jornalistas Alexandre Haddad e Tino Marcos, desembarcaram em Noronha. Também fazem parte da equipe o brasileiro Eduardo Penido e o norueguês Knut Frostad, que ainda não se juntaram ao time.
Saiba Mais
Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.