Brasil e Haiti voltam a se enfrentar dez anos após goleada na Copa América Centenário
Goleiro Johny Placide e atacante Duckens Nazon estiveram na derrota por 7 a 1 em 2016 e agora lideram o retorno haitiano ao Mundial; Três brasileiros estiveram na goleada.
FILADÉLFIA – Brasil e Haiti voltam a se enfrentar nesta sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Dez anos após a goleada brasileira por 7 a 1 na Copa América, dois jogadores haitianos que estiveram em campo naquela partida terão a oportunidade de reencontrar a Seleção e tentar escrever uma história diferente.
O goleiro Johny Placide e o atacante Duckens Nazon são remanescentes da equipe que sofreu a derrota em 2016 e hoje fazem parte do elenco que recolocou o Haiti em uma Copa do Mundo após 52 anos de ausência.
Clique aqui para seguir o canal do Imirante no WhatsApp
Reencontro após dez anos
Brasil e Haiti se enfrentaram três vezes na história. O duelo mais recente ocorreu na Copa América de 2016, quando a Seleção Brasileira venceu por 7 a 1. Na ocasião, os haitianos encerraram a participação sem conquistar pontos.
Apesar do resultado expressivo, o momento da equipe brasileira era turbulento. A vitória sobre o Haiti foi a última de Dunga no comando da Seleção. Pouco depois, o Brasil acabou eliminado ainda na fase de grupos da competição.
Da equipe que iniciou aquela partida, três jogadores seguem na Seleção Brasileira e foram titulares na estreia da Copa do Mundo de 2026, no empate por 1 a 1 com Marrocos: o goleiro Alisson Becker, o zagueiro Marquinhos e o volante Casemiro.
Da goleada ao retorno à Copa
Em 2016, o Haiti disputava apenas sua segunda grande competição continental da era moderna. A classificação para a Copa América veio após eliminar Trinidad e Tobago nas eliminatórias da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf).
A participação ocorreu em um contexto de desafios para o país, que enfrentava consequências de terremotos, crises políticas, dificuldades econômicas e obstáculos estruturais para o desenvolvimento do futebol.
Dez anos depois, a realidade esportiva é diferente. Johny Placide e Duckens Nazon ajudaram a liderar a reconstrução da seleção haitiana e são considerados símbolos da trajetória que levou o país de volta ao Mundial.
O Haiti retorna à Copa do Mundo 52 anos após sua única participação anterior, em 1974. Agora, diante do Brasil, a equipe busca mostrar a evolução construída ao longo da última década e tentar surpreender um dos favoritos do torneio.
Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais X, Instagram, TikTok e canal no Whatsapp. Curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.