Futebol

VÍDEO: Matheus Cunha fala sobre funções táticas na Seleção Brasileira

Meia-atacante do Manchester United defenderá o Brasil na Copa do Mundo.

Imirante Esporte

Matheus Cunha, meia-atacante da Seleção Brasileira.
Matheus Cunha, meia-atacante da Seleção Brasileira. (Rafael Ribeiro / CBF)

TERESÓPOLIS - Matheus Cunha comemorou a oportunidade de disputar sua primeira Copa do Mundo pela Seleção, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (29), na Granja Comary. Após ficar perto de ser convocado para a edição de 2022, no Catar, o paraibano de João Pessoa se consolidou neste ciclo para o Mundial de 2026 e se tornou um dos titulares mais constantes da equipe desde que Carlo Ancelotti assumiu o comando.

Sua apresentação em Teresópolis (RJ) para realizar o que é seu maior sonho aconteceu justamente na data de seu aniversário - 27 de maio, a última quarta-feira -, quando completou 27 anos.

“No futebol, assim como na vida, faz parte passar por momento de dificuldade e superar. Depois de tudo que passei, ter meu nome na lista... Chegar no dia do meu aniversário, vamos ver, né, acho que é o destino. Fico muito feliz de estar participando de tudo isso”, vibrou.

Matheus Cunha fez grande temporada no Manchester United

Em sua temporada de estreia pelo Manchester United, Cunha foi uma das peças-chave para o retorno dos Red Devils à Champions League. Atuou em 33 partidas, marcou dez gols e deu duas assistências, jogando em uma posição onde está mais habituado. Pela Amarelinha, tem 29 convocações, 21 partidas e um gol marcado.

“Meu segundo ciclo de Seleção está muito mais parecido com o que jogo no clube, com muito mais flutuações entrelinhas e em muitos momentos jogando como um meia. Muito feliz com tudo que vem acontecendo comigo, num clube em que sempre quis jogar. Meu primeiro ano, de volta à Champions, competição em que o clube tem que estar todo ano”, comentou.

“Agora chegando na Seleção Brasileira, espero que tudo seja bem-sucedido e que eu possa dar meu melhor nessas funções que estou mais habituado a fazer”, acrescentou.

Ele reforçou ainda que, se levantar a taça da Copa do Mundo e somar esta conquista à medalha de ouro obtida nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, “não teria muito mais do que pedir a Deus”.

“Conquistar o ouro olímpico e, se Deus quiser, uma Copa do Mundo, realizar esse maior sonho do jogador de futebol. Ter um ouro olímpico e um troféu de campeão do mundo... Não tem muito mais que eu possa pedir a Deus, não. (...) Acho que o trabalho paga, foco, palavras positivas para que você possa construir o seu castelo. É algo que é prazeroso estar alcançando”, concluiu.

Assista ao vídeo em alta definição no OneFootball:

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