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Coluna Via Digital por Lucia Camargo Nunes, economista e jornalista especializada no setor automotivo.
VENDAS INICIADAS

Futuro nacional, Audi Q3 chega renovado e mais potente

SUVs da Audi retornam à linha nacional da marca com motor recalibrado; GWM prepara elétrico Ora 5 e Renault lançará picape intermediária.

Por Lucia Camargo Nunes*

Atualizada em 20/05/2026 às 12h26
Audi Q3 tem suas vendas iniciadas. (Foto: Divulgação/Audi)
Audi Q3 tem suas vendas iniciadas. (Foto: Divulgação/Audi)

A Audi do Brasil iniciou as vendas da terceira geração do Q3 e do Q3 Sportback no mercado nacional, marcando o retorno da montagem dos SUVs na planta de São José dos Pinhais (PR).

Os modelos desembarcam inicialmente na série exclusiva Launch Edition quattro, com preços fixados em R$ 389.990 para a carroceria convencional e R$ 399.990 para a variante Sportback. 

As modificações estéticas seguem a atual diretriz global de design da Audi, com superfícies mais limpas e substituição dos vincos retilíneos por transições fluidas. A plataforma MQB foi mantida. 

A seção frontal adota faróis afilados em dois níveis e uma nova grade do radiador com acabamento interno em padrão de colmeia. 

Na traseira, os conjuntos óticos passam a ser integrados por uma barra horizontal que cruza a tampa do porta-malas, trazendo o logotipo da marca com iluminação em tom vermelho.

O conjunto mecânico do veículo recebeu atualizações. O motor 2.0 TFSI passou por recalibração e agora rende 258 cv, além de 37,7 kgfm de torque. Na geração anterior, os números eram de 231 cv e 34,6 kgfm. A transmissão permanece a automatizada S tronic de dupla embreagem com 7 marchas e tração permanente quattro. 

No habitáculo, o modelo traz painel digital integrado em telas curvas, conectividade sem fio, iluminação ambiente customizável e ajustes elétricos com memória para os assentos dianteiros.

Estreia do GWM Ora 5

A GWM exibiu pela primeira vez o Ora 5 em território nacional durante as atividades do São Paulo Innovation Week. O SUV compacto elétrico possui 4,47 metros de comprimento e 2,72 metros de distância entreeixos, posicionando-se acima do hatch compacto Ora 03. 

Ora 5. (Foto: Divulgação/GWM)
Ora 5. (Foto: Divulgação/GWM)

Para o mercado brasileiro, o lote inicial de importação contará exclusivamente com o conjunto motriz elétrico alimentado por baterias de 58,3 kWh, gerando o equivalente a 204 cv de potência e tração dianteira. 

Os pacotes de itens de assistência à condução e preços serão detalhados nas próximas semanas.

Renault confirma picape Niagara

A Renault anunciou que manterá a denominação Niagara para a sua inédita picape intermediária, preservando o nome adotado no conceito revelado em 2023. 

O novo utilitário com construção monobloco compartilhará a plataforma técnica e diversos componentes estruturais com o SUV médio Boreal, com a produção na Argentina. 

Niagara. (Foto: Divulgação/Reanult)
Niagara. (Foto: Divulgação/Reanult)

A apresentação global será em 10 de setembro, com o início das vendas nas concessionárias brasileiras nos últimos meses do ano. 

O modelo será posicionado comercialmente acima da Oroch para competir na faixa de mercado ocupada por Fiat Toro e Chevrolet Montana. A motorização adotará um conjunto turbo flex acoplado a uma transmissão automatizada de dupla embreagem de seis velocidades.

Exame toxicológico na primeira CNH

A Secretaria Nacional de Trânsito expediu uma determinação imediata para que todos os Departamentos Estaduais de Trânsito do País passem a exigir o resultado negativo em exame toxicológico para os candidatos que iniciam o processo de obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação nas categorias A (motocicletas) e B (automóveis de passeio). 

Carteira Nacional de Habilitação. (Foto: Divulgação)
Carteira Nacional de Habilitação. (Foto: Divulgação)

A nova diretriz atende ao cumprimento da Lei número 15.153, que promoveu alterações estruturais no Código de Trânsito Brasileiro. O procedimento consiste em um teste de larga janela de detecção, capaz de identificar o uso recorrente de substâncias psicoativas em um período retroativo de até 90 dias. 

De acordo com as novas regras regulamentadas, o candidato que apresentar laudo positivo ou deixar de fornecer a amostra laboratorial terá o processo de emissão suspenso até a regularização do exame, cujos custos financeiros permanecem sob total responsabilidade do próprio motorista.

*Lucia Camargo Nunes é economista e jornalista especializada no setor automotivo, editora do Via Digital e do canal @viadigitalmotors no YouTube. Acesse: linktr.ee/viadigitalmotors E-mail: lucia@viadigital.com.br


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