Pergentino Holanda
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O colunista aborda em sua página diária os acontecimentos sociais do Maranhão e traz, também, notícias sobre outros estados e países, incluindo informações das áreas econômica e política.
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PH REVISTA: A bela festa de Juliana Araújo

E mais: Exposição de Marlene Barros em SP

PH

- Atualizada em 22/08/2026 às 12h23
<strong>UM FOCO</strong> de luz na beleza e graça da debutante Juliana Araújo em sua belíssima festa realizada na casa de eventos Villa Reale Buffet. Juliana &nbsp;é destaque de capa do PH Revista deste fim de semana, que traz uma ampla reportagem sobre a festa
<strong>UM FOCO</strong> de luz na beleza e graça da debutante Juliana Araújo em sua belíssima festa realizada na casa de eventos Villa Reale Buffet. Juliana &nbsp;é destaque de capa do PH Revista deste fim de semana, que traz uma ampla reportagem sobre a festa

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TJMA figura entre os dez melhores

Evento em Brasília apontou que, na Justiça estadual em 2025, o Tribunal teve segundo menor consumo de papel do país e foi um dos nove tribunais sem registro de consumo de copos descartáveis per capita

O Tribunal de Justiça do Maranhão participou da 4ª edição do Judiciário Sustentável e foi um dos destaques de desempenho no 10º Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário, eventos promovidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no dia 14 de agosto, em Brasília.

No Índice de Desempenho de Sustentabilidade (IDS), o TJMA figurou na décima posição entre os 27 tribunais da Justiça estadual no Brasil.

TJMA figura entre os dez melhores...2

O encontro reuniu representantes do Poder Judiciário e de outras instituições para discutir sustentabilidade, justiça socioambiental e atuação jurisdicional na área ambiental.

O TJMA esteve presente, por meio da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, presidida pelo desembargador Cleones Seabra Carvalho Cunha e, no ato, representado pelo juiz auxiliar da Coordenadoria, Pedro Henrique Holanda Pascoal, e pelo coordenador de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, Arthur Darub Alves.

A programação contou com o lançamento da pesquisa “Crimes contra a flora na Amazônia brasileira: perfil do réu, do crime e da litigância na Justiça Federal”; com a realização de uma mesa-redonda sobre perspectivas inovadoras para o futuro da jurisdição ambiental brasileira; com a outorga da 5ª edição do Prêmio Juízo Verde; e a palestra sobre Justiça Socioambiental, Economia Verde e o Papel do Judiciário.

50 anos da Fundação Antonio Dino

Com o propósito de descentralizar o conhecimento oncológico e promover a integração entre profissionais de saúde e acadêmicos, a Fundação Antonio Dino (FAD) realiza a 1ª Jornada de Oncologia: Todos Contra o Câncer no Maranhão.

O evento, que já esgotou as vagas para a etapa de Santa Inês, chega agora a Pinheiro, no dia 28 de agosto, reafirmando o compromisso da instituição com a educação continuada e o atendimento humanizado.

A jornada surge como um marco estratégico para elevar o nível da assistência oncológica em solo maranhense. Visa capacitar as equipes locais para a identificação de sinais precoces da doença e promover o alinhamento das melhores práticas no cuidado integral ao paciente, desde o diagnóstico até o tratamento.

Impacto Social e Solidariedade 

Fiel aos princípios filantrópicos que norteiam a Fundação Antonio Dino desde 1976, a inscrição para a Jornada é solidária: no dia do evento, cada participante deverá realizar a entrega de uma lata de leite.

As doações reforçam o papel assistencial da Fundação que, ao longo de mais de quatro décadas, tornou-se referência nacional no tratamento da doença.

Montenegro no Festival Sesc 80 anos

O Festival Sesc 80 anos, que celebra as oito décadas de atuação da entidade pelo país, será embalado em São Luís por música popular de qualidade.

 O cantor e compositor Oswaldo Montenegro (RJ) canta seus sucessos, acompanhado de banda, no domingo (13/09), a partir das 17h30, na Lagoa da Jansen. A entrada é gratuita.

Grupos que são frutos do trabalho de excelência realizado pelo Sesc no Maranhão fazem a abertura da celebração. Sobem ao palco os Corais Vozes da Sabedoria e Sons da Maturidade, que reúnem integrantes do Trabalho Social com Idosos (TSI), e a Orquestra Sesc Musicar, formada por jovens que participam do projeto do mesmo nome.

Para receber o público na Lagoa da Jansen, o Sesc preparou um espaço que dispõe de estrutura completa, com direito à área de acessibilidade, voltada a idosos e pessoas com baixa mobilidade, além de intérprete de libras.

Sucessos de Montenegro 

Oswaldo Montenegro sobe ao palco logo após as apresentações dos grupos do Sesc. No repertório do show, estão sucessos como “Lua e flor”, “Bandolins”, “Léo e Bia”, “A Lista”, “Estrelas”, “Intuição” e a recente “Lembrei de Nós”.

No instrumental, Oswaldo se reveza nos violões e piano, contando com a participação luxuosa do multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e da flautista Madalena Salles, musicista que o acompanha desde a adolescência e que acrescenta virtuosismo e emoção ao show.

 

Oswaldo Montenegro é cantor, compositor e escritor, um dos grandes nomes da música brasileira, com muitos sucessos e trabalho reconhecido.

O Sesc, como um dos maiores salvaguardas da cultura brasileira, escolheu o artista por seu legado para celebrar ao lado do público os 80 anos da entidade.

Papel da Eneva na economia maranhense

A expansão da oferta de energia, o aproveitamento do gás natural e a formação de mão de obra estiveram entre os principais temas apresentados pela Eneva no 5º Encontro do projeto Conhecendo a Indústria, realizado na quarta-feira (19).

Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) e pelo Centro das Indústrias do Estado do Maranhão (CIEMA), a iniciativa busca aproximar o setor produtivo de informações sobre investimentos, tecnologias e oportunidades econômicas.

Com o tema “Segurança Energética Gerando Oportunidades”, a apresentação abordou o papel do Maranhão na matriz energética brasileira e os impactos da atuação da companhia sobre a economia estadual.

A Eneva mantém operações no Complexo Parnaíba, em Santo Antônio dos Lopes, na usina termelétrica do Porto do Itaqui, em São Luís, e nas unidades Geramar, em Miranda do Norte.

José Sobral Neto é o grande anfitrião da noite de hoje no seu restaurante Grand Cru, onde, com a esposa Gabrielle, recebe em grande estilo, a partir das 19h, para o Grand Tasting da Grand Cru, onde haverá degustação de cinco vinícolas internacionais de referência para um evento muito especial
José Sobral Neto é o grande anfitrião da noite de hoje no seu restaurante Grand Cru, onde, com a esposa Gabrielle, recebe em grande estilo, a partir das 19h, para o Grand Tasting da Grand Cru, onde haverá degustação de cinco vinícolas internacionais de referência para um evento muito especial

Atins Mo Fya

O artista maranhense Gugs lançou a música “Atins Mo Fya”, faixa do álbum Fruto da Terra, que reúne Victor Cena e Nairond. Com direção de Adrian Fer, o videoclipe traduz o estilo de vida do litoral maranhense em imagens gravadas nos Lençóis Maranhenses: os cenários variam das dunas de Atins à comunidade de Santo Inácio.

Com atmosfera solar, a música funde o reggae e as referências jamaicanas aos ritmos da cultura maranhense, criando uma sonoridade leve e dançante.

A letra aborda praia, encontros, vento, areia e a experiência de viver o presente.

Victor Cena abre a canção falando sobre uma noite de reggae na Praia de Atins, enquanto Gugs conduz o refrão e aproxima Atins de São Luís. Nairond encerra a narrativa trazendo imagens de vento, mar, natureza e liberdade.

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O videoclipe acompanha essa atmosfera de forma espontânea, sem apenas reproduzir visualmente a letra.

As imagens registram a vivência dos três artistas na região e mostram praias, dunas, paisagens e momentos compartilhados durante a passagem pelo litoral. 

O audiovisual também registra a relação do grupo com a comunidade e os espaços visitados, terminando com cenas de uma apresentação realizada pelos três artistas em Santo Inácio.

Sobre a Companhia Barrica

Mais de quatro décadas de história, gerações de artistas e brincantes, centenas de apresentações e uma trajetória marcada pela criação, resistência e valorização da cultura popular do Maranhão estão reunidas no documentário “Andanças, Fulgores e Vivas!”, primeiro filme oficial dedicado à história da Companhia Barrica do Maranhão.

Dirigido por Weber Bezerra e José Pereira Godão, o documentário percorre diferentes momentos da trajetória da Companhia, desde sua criação até os dias atuais.

O filme combina entrevistas, imagens de arquivo, registros de apresentações e novos materiais audiovisuais para reconstruir uma história que se confunde com a própria memória cultural maranhense.

Sobre a Companhia Barrica...2

Com aproximadamente 1h15 de duração, a produção reúne depoimentos de artistas, brincantes, colaboradores e personagens que participaram de diferentes fases da Companhia, incluindo o Boi Barrica, o Bicho Terra e a Natalina da Paixão.

São relatos que revelam experiências individuais e, ao mesmo tempo, ajudam a construir uma narrativa coletiva sobre a formação, a continuidade e a reinvenção da cultura popular ao longo das gerações.

O documentário é resultado de um processo de pesquisa e preservação que se estendeu por dois anos. Nesse período, foram realizadas entrevistas, levantamento e organização de arquivos, registros audiovisuais e encontros com pessoas que fizeram e ainda fazem parte da história da Companhia Barrica.

Sobre a Companhia Barrica...3

Reunir mais de 40 anos de trajetória em um único filme representou um desafio, mas também uma oportunidade de revisitar personagens, acontecimentos e memórias que ajudaram a formar a identidade cultural do Maranhão.

Nesse sentido, “Andanças, Fulgores e Vivas!” ultrapassa o registro institucional e lança um olhar sobre as pessoas que mantêm a cultura popular viva.

Ao transformar parte dessa memória em obra audiovisual, o filme também representa um marco para a Companhia Barrica. Pela primeira vez, uma parcela significativa de sua trajetória – construída ao longo de décadas nos palcos, nas ruas, nos arraiais e nas festas populares – é organizada e preservada em formato documental.

DE RELANCE

Exposição de Marlene Barros em SP

O Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo recebe a exposição Marlene Barros: Tecitura do Feminino, primeira mostra individual da artista maranhense na instituição.

Com curadoria de Betânia Pinheiro, a exposição reúne 15 trabalhos produzidos em diferentes momentos da trajetória de Marlene Barros, entre esculturas, bordados, crochês, instalações e objetos, que transformam técnicas tradicionalmente associadas ao ambiente doméstico em linguagem artística para discutir questões relacionadas ao corpo feminino, à memória, ao cuidado e às estruturas históricas que invisibilizaram a produção das mulheres.

Com mais de quatro décadas de atuação, Marlene Barros construiu uma pesquisa artística que tem o universo feminino como eixo central de sua produção. Em suas obras, linha, tecido, bordado e crochê deixam de ocupar o lugar do fazer utilitário para se afirmarem como instrumentos de elaboração estética, crítica e política.

Natural de Bacurituba (MA), Marlene Barros é artista visual, pesquisadora e produtora cultural. Com mais de quarenta anos de trajetória, desenvolve trabalhos em escultura, crochê, pintura, performance, instalação e intervenção artística, tendo o universo feminino como principal eixo de investigação.

Com curadoria de Betânia Pinheiro, exposição de Marlene Barros reúne 15 obras que refletem sobre corpo, memória e os saberes transmitidos entre gerações
Com curadoria de Betânia Pinheiro, exposição de Marlene Barros reúne 15 obras que refletem sobre corpo, memória e os saberes transmitidos entre gerações

Exposição de Marlene Barros em SP...2

Inspirada em uma pesquisa iniciada durante seu mestrado em Arte Contemporânea na Universidade de Aveiro, em Portugal, a artista parte da ideia da costura como gesto de reparação simbólica.

O projeto nasceu a partir da proposta de intervir em uma casa em ruínas localizada no campus da universidade, experiência que levou Marlene a estabelecer relações entre arquitetura, memória e corpo.

Na exposição, costurar torna-se um gesto de reconstrução, enquanto o entrelaçamento das linhas remete às relações familiares, aos afetos, às heranças culturais e às marcas deixadas pelo tempo.

Ao mesmo tempo, a mostra evidencia como atividades historicamente desempenhadas por mulheres foram sistematicamente desvalorizadas e afastadas do reconhecimento institucional no campo das artes.

“Essa exposição nasceu de uma pesquisa muito íntima sobre a condição da mulher, os saberes transmitidos entre gerações, o trabalho invisibilizado, os afetos, as cicatrizes e as resistências que atravessam nossas vidas. Ver esse trabalho ganhar novos sentidos a partir do olhar de cada visitante foi um dos maiores presentes que eu poderia receber. Esse é, para mim, o verdadeiro sentido da arte” – comenta Marlene Barros

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Reunindo obras produzidas em diferentes períodos da trajetória da artista, Marlene Barros: tecitura do feminino apresenta um percurso que atravessa temas como maternidade, identidade, sexualidade, violência, pertencimento e memória.

Sem seguir uma ordem cronológica, a mostra propõe um percurso livre, aproximando trabalhos que dialogam entre si por meio da materialidade dos tecidos, dos bordados e das esculturas.

Entre os destaques está “Eu tenho a tua cara”, instalação composta por 49 rostos femininos que tensiona as relações entre identidade, alteridade e construção social do indivíduo.

Em “Caixa Preta”, fotografias, colagens, intervenções têxteis e escritos formam um autorretrato expandido, atravessado por memórias pessoais e afetivas.

Já “Coso porque está roto” utiliza um casaco bordado para estabelecer relações entre corpo, cura e reparação simbólica, enquanto “Entre nós” propõe uma imersão em peças confeccionadas em crochê que revisitam práticas tradicionalmente atribuídas às mulheres.

Em “Quem pariu, que embale”, Marlene Barros questiona a naturalização do cuidado como responsabilidade exclusivamente feminina.

No seu cantinho em São Luís – a casa de sua mãe – Georgino Melo e Silva garimpa preciosidades literárias como o que hoje apresentamos do romancista maranhense Josué Montello
No seu cantinho em São Luís – a casa de sua mãe – Georgino Melo e Silva garimpa preciosidades literárias como o que hoje apresentamos do romancista maranhense Josué Montello

Os Tambores de Josué Montello

A Biblioteca Acadêmica Lúcio de Mendonça preserva obras escritas por Acadêmicos da ABL. Hoje, compartilhamos um trecho de “Os tambores de São Luís", do imortal Josué Montello.

“[…] Fora ela que viera buscá-lo, à entrada do querebetã. A intenção dele era apenas ouvir um pouco os tambores e olhar as danças, sentado no comprido banco da varanda, de rosto voltado para o terreiro pontilhado de velas. Já o banco estava repleto. Muitas pessoas tinham sentado no chão de terra batida, com as mãos entrelaçadas em redor dos joelhos; outras permaneciam de pé, recostadas contra a parede. Mas a nochê, que o trouxera pela mão, fez sair do banco um dos assistentes, e ele ali se acomodou, em posição realmente privilegiada, podendo ver de perto os tambores tocando e as noviches dançando, por entre o tinir de ferro dos ogãs e o chocalhar das cabaças. Vez por outra sentia necessidade de ir ali, levado por invencível ansiedade nostálgica, que ele próprio, com toda a agudeza de sua inteligência superior, não saberia definir ou explicar. O certo é que, ouvindo bater os tambores rituais, como que se reintegrava no mundo mágico de sua progênie africana, enquanto se lhe alastrava pela consciência uma sensação nova de paz, que mergulhava na mais profunda essência de seu ser. Dali saía misteriosamente apaziguado, e era mais leve o seu corpo e mais suave o seu dia, qual se voltasse a lhe ser propício o vodum que acompanha na Terra os passos de cada negro. […]”

MONTELLO, Josué. Os tambores de São Luís: romance. Ilustrações de Poty. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1975, p. 3-4.

Josué Montello (1917–2006) foi romancista, jornalista e diplomata maranhense, uma das grandes figuras da literatura brasileira do século XX. Autor de "Janelas fechadas" e de uma vasta obra romanesca, atuou como diretor da Biblioteca Nacional e embaixador do Brasil na Unesco. Quarto ocupante da cadeira 29 da Academia Brasileira de Letras, presidiu a instituição entre 1994 e 1995.

Capa do livro de Josué Montello
Capa do livro de Josué Montello

Campanha “Negócio de Mulher”

Ação visa ressignificar termo histórico e promover o fortalecimento do comércio local liderado por mulheres no Maranhão.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), por meio da Câmara Empresarial da Mulher, lançou a campanha institucional “Negócio de Mulher”.

A iniciativa marca uma das primeiras entregas da instância colegiada para fortalecer, conectar e potencializar a presença feminina no ambiente de negócios maranhense.

Com o conceito “Negócio de Mulher. Com muito orgulho”, a ação reinterpreta uma expressão usada historicamente de forma pejorativa no mercado corporativo. A proposta modifica essa narrativa antiga, transformando o termo em sinônimo de gestão, rentabilidade, inovação e liderança transformadora.

“A campanha Negócio de Mulher reflete a nossa missão, que vai além de conectar empresas: existimos para construir um ecossistema sólido de representatividade no comércio local liderado por mulheres. Nosso compromisso é garantir que a mulher ocupe espaços de decisão com propriedade, unindo forças para abrir portas, capacitar lideranças e transformar o protagonismo feminino em um pilar definitivo para a economia do Maranhão”, destaca a coordenadora Michelinne Feijó.

União do ecossistema empresarial

Instalada pela Fecomércio-MA para articular políticas e impulsionar o empreendedorismo feminino, a Câmara Empresarial da Mulher atua de forma colegiada e integra as principais lideranças do setor produtivo do estado.

A formação da mesa de trabalho reúne o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, ao lado de importantes entidades parceiras como o Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial do Maranhão (ACM Mulher), a Associação de Jovens Empresários do Maranhão (AJE-MA), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Mulher), a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Maranhão (FCDL-MA), a Federação das Associações Empresariais do Maranhão (FAEM) e o Sebrae-MA.

Essa aliança estratégica entre o Sistema Fecomércio e as entidades de classe visa unificar esforços na criação de programas de capacitação, redes de conexão profissional e estímulo ao ambiente de negócios em todo o território maranhense.

Mudança na Lei Seca

Quem dirige sob efeito do álcool põe outras pessoas em risco. Logo, é fundamental que a mão forte do Estado atue sobre quem assume a possibilidade de matar. Havia, no entanto, uma lacuna sobre outras drogas, que são tão graves quanto a cerveja, o vinho e os destilados ao serem combinadas com a direção. Drogas psicoativas, como o próprio nome diz, também modificam o comportamento.

Por isso, é muito positiva a mudança na chamada Lei Seca, que passa a exigir, nas abordagens, o uso de equipamentos que também detectem o consumo de outras drogas. Cabe, agora, aos Estados, fazer sua parte e comprar os aparelhos, que, por enquanto, ainda são limitados quanto ao índice de presença no sangue para o caso das substâncias psicotrópicas. Detectar presença é uma coisa, a quantidade, outra. Com álcool também se evoluiu assim.

Mudança na Lei Seca...2

Sobre a adoção de uma triagem e um segundo olhar sobre o fenômeno do álcool residual, há uma vitória do bom senso. Primeiro, porque o pré-teste não é punitivo. Tem foco na orientação. Segundo porque a realização de uma fase de seleção, antes do teste do etilômetro, pode acelerar o processo da blitz. Nem todo mundo faz "bafômetro", nome popular do equipamento, processo que, muitas vezes, é demorado.

Sobre o álcool residual, também vitória do bom senso: uma pessoa que come um bombom de liquor ou faz uso do enxaguante bucal não pode ser tratada da mesma forma de quem ingere álcool e assume a direção de um veículo. A oportunidade de fazer o segundo teste já é de praxe nas blitze, mas, agora, passa a ser regulamentada. 

Sinais de baixa renovação na Câmara

Na contramão da insatisfação da sociedade com o desempenho da Câmara dos Deputados, diferentes prognósticos, de instituições e cientistas políticos, elevam as apostas em um baixíssimo índice de renovação na Casa na eleição deste ano.

É possível que os números conhecidos no próximo dia 4 de outubro mostrem a menor oxigenação desde a redemocratização do país.

Por certo há parlamentares com bons serviços prestados que merecem a recondução, mas a chegada de novos rostos e ideias é saudável para qualidade da representação política.

Diante do empoderamento do Congresso e dos altos volumes de recursos administrados pela cúpula dos partidos, fica difícil vislumbrar uma reversão significativa desse cenário.

Seresta e futebol

A Associação da Sucam, no Turu, recebe, neste domingo (23), mais uma edição da Seresta Prime. A programação começa às 15h e reúne atrações musicais e transmissão ao vivo de partidas do Campeonato Brasileiro.

Entre as atrações estão Mister Manoel, Eduardo Ébano, Taty Pereira, Kaio Cantor e a Banda Seresta Prime. A programação foi preparada para reunir diferentes gerações em uma tarde de música e entretenimento.

Além dos shows, o público poderá acompanhar dois jogos do Brasileirão. Às 16h, Palmeiras e Vasco entram em campo. Na sequência, às 18h30, Chapecoense e São Paulo se enfrentam.

A proposta é reunir música e futebol em um mesmo espaço, oferecendo ao público uma opção de lazer para o domingo na Associação da Sucam.

Para escrever na pedra:

“Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo. Eu me pertenço e de mim faço o que bem entender”. De Raul Seixas.

TRIVIAL VARIADO

Fora: O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo rejeita recursos e mantém decisão que deixa Pablo Marçal inelegível por 8 anos.

Patrimônio: A mansão onde Gal Costa viveu os últimos dias é vendida por R$ 6,7 milhões e encerra disputa pelo patrimônio da cantora.


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