A febre das figurinhas está de volta com força total. Na última semana, a pré-venda do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 mostrou o tamanho da expectativa: o site da Panini chegou a sair do ar, fãs correram para garantir pacotes e o produto já se projeta como recordista antes mesmo de chegar às lojas.
O torneio, que terá 48 seleções após as repescagens, inspirou a criação de um álbum sem precedentes: serão 980 figurinhas distribuídas em 112 páginas, com pacotinhos vendidos a R$ 7 cada. Além de ser o maior álbum já produzido, é também o mais caro da história.
Há estratégias para reduzir o gasto
Completar a coleção sozinho exigirá, em média, um investimento de R$ 6.200, equivalente a cerca de 885 pacotinhos. Mas há estratégias para reduzir o gasto: um grupo de 10 colecionadores, por exemplo, gastaria em média R$ 1.500 por pessoa se realizarem trocas de figurinhas.
O cálculo considera que todas as figurinhas, incluindo as especiais, têm a mesma probabilidade de serem sorteadas. A Panini garante que a tiragem é uniforme, mantendo a emoção da coleta e a expectativa de conseguir aquele cromo raro que faz toda a diferença na coleção.
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