arte e cultura

Exposição “Sagradas Impressões” leva arte sensorial ao Sesc em São Luís

Mostra gratuita amplia formas de sentir a arte com recursos multissensoriais e valoriza a xilogravura maranhense até maio em São Luís.

Na Mira, com informações de assessoria

(Reprodução/Sesc)
(Reprodução/Sesc)

SÃO LUÍS - A arte que vai além do olhar ganha espaço em São Luís com a exposição “Sagradas Impressões”, em cartaz na Sala Sesc de Exposições. A mostra reúne obras do xilogravurista Airton Marinho e propõe uma experiência que envolve diferentes sentidos, convidando o público a perceber a arte de maneira mais ampla e inclusiva.

Com entrada gratuita, a visitação segue até o dia 22 de maio, de segunda a sexta-feira, no Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, na Avenida dos Holandeses.

Arte para sentir, não apenas ver

Integrando o acervo institucional do Sesc Maranhão e o projeto “Mãos à Obra”, a exposição aposta em recursos multissensoriais que ampliam a experiência estética, especialmente pensados para públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência.

A proposta é simples, mas potente: transformar o contato com a arte em algo mais acessível, tátil e sensorial, rompendo com a ideia tradicional de contemplação apenas visual.

As obras de Airton Marinho traduzem a força da cultura popular maranhense. Em suas xilogravuras, aparecem cenas de procissões, festas, cortejos e manifestações que carregam memória, fé e identidade coletiva.

São imagens que registram o cotidiano e as tradições do Maranhão, mantendo vivas práticas culturais que atravessam gerações.

Um nome de destaque na xilogravura

Reconhecido como um dos grandes nomes da xilogravura no estado e no Brasil, Airton Marinho possui obras em acervos importantes, como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Casa da Xilogravura e o Ministério da Cultura, além de coleções internacionais, incluindo instituições em Washington, nos Estados Unidos.

Seu trabalho também ganhou visibilidade na cultura pop ao aparecer na novela A Cor do Pecado, exibida em 2004.

Acessibilidade como prática

A exposição também reforça um compromisso com a democratização do acesso à arte. O projeto “Mãos à Obra”, que existe há quase três décadas, surgiu inspirado em iniciativas pioneiras de acessibilidade em museus, como ações desenvolvidas no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.

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