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Pergentino Holanda
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Pergentino Holanda

PH Revista: Baile de Gala de Fim de Ano é hoje

E mais: A vida na tela do celular

PH

Capa do PH Revista
Capa do PH Revista

O Grande Baile de Gala de Fim de Ano que acontece hoje no Palazzo Eventos, a partir das 21h, é o destaque de Capa do PH Revista deste fim de semana

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O Grande Gala deste sábado

Na noite deste último sábado de novembro, a sociedade maranhense, no que tem ela de mais charmosa e elegante, tem um encontro marcado no Palazzo Eventos, no Araçagi, onde acontece, a partir das 21h, a confraternização mais esperada do ano: o baile Grande Gala de Fim de Ano.

O Palazzo Eventos já se transformou num ambiente de cores que lembram a icônica música Hotel Califórnia, um sucesso que marcou a minha geração, para receber o creme do creme de nossa sociedade, em noite de traje Passeio Completo, com os homens com seus impecáveis ternos escuros e as mulheres com seus elegantes vestidos longos.

A designer e mais aplaudida decoradora do Maranhão Cintia Klamt Motta, usou de muita criatividade e, como na viagem imaginária que é feita na música, compôs uma cena que certamente irá deslumbrar os convidados da festa no mais luxuoso salão de festas da Ilha de São Luís.

Afinal de contas, o Hotel California é um grande símbolo. Diz que todos se tornam prisioneiros após entrarem no Hotel California. Ou seja, se tornam reféns da fama, do sucesso, e, muitas vezes, das próprias escolhas.

Ou seja, a música da banda Eagles é um receptáculo aos que fazem parte da indústria da música. E pode ser interpretada como uma metáfora não apenas para a mitologia do sul da Califórnia (USA), mas para a mitologia que é o Sonho Americano, porque é uma linha tênue entre o Sonho Americano e o pesadelo americano.

O Grande Gala deste sábado...2

Como se tal não bastasse, o coreógrafo Geovânio Araújo, inspirado nos Anos Dourados, montou com Etevaldo Júnior e este Repórter PH, um espetáculo de abertura da festa, que é um show de modernidade, juntando o virtual com o real, numa produção inusitada, simplesmente espetacular.

Os melhores nomes da dança do Maranhão dividirão o palco com o casal italiano Simo Raucci e Ana Carolina, aplaudidos como os maiores dançarinos de tango da atualidade, não nascidos na Argentina.

Muitas surpresas musicais estão programadas para a noite de hoje, além de uma mordomia dos melhores vinhos, champagnes e uísque e coquetéis sofisticados.

 

Em Boston
Em Boston

Este final de ano é só festa para a família Medeiros por conta da vitória dos irmãos Flávio Medeiros e Rosely Medeiros Garcia, que receberam em Boston (USA), o diploma de conclusão do OPM (Owner/President Management) da HBS (Harvard Business School) e foram surpreendidos com um outdoor em plena Times Square, em Nova York, saudando-os pela vitória

 Hanseníase e pensão

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, participaram ontem de cerimônia para sancionar o projeto de lei que concede pensão aos filhos de pessoas com hanseníase que o governo brasileiro internou, compulsoriamente, em colônias isoladas no século XX por todo o País, inclusive no Maranhão, onde, segundo dizem, ainda há remanescentes.

A medida é importante por ajudar a diminuir o abismo social criado em torno dessas famílias e é um passo inicial, visto que entre os próprios remanescentes que ainda vivem ligados a esses locais ainda há muito reparo a ser feito e talvez haja tempo apenas para os de saúde, já que hoje todos são idosos.

DE RELANCE

 A vida na tela do celular

Alguém já reparou? A gente está desaprendendo a ver o mundo sem o celular. Em viagens, eventos, diante de uma paisagem deslumbrante, na apresentação da banda preferida, o que domina são os telefones, apontados para o alto, gravando vídeos ou fazendo fotos, e as pessoas ali, vendo a vida acontecer através do smartphone.

O mundo real foi reduzido à tela de um equipamento eletrônico.

As pessoas não veem mais um show. Elas filmam o show. É uma compulsão.

No teatro, os momentos de maior emoção são prejudicados pela luz de alguma tela acesa, porque alguém não se conteve. Para que olhar e sentir, de fato, o que está acontecendo no palco? Bobagem.

Nos finais de ano, já são raros os casos de pessoas que simplesmente olham para o céu para curtir os fogos. E a contagem regressiva, então, esqueça: não existe mais isso sem a presença das telas.

Tem gente que vai a Roma para ver o Coliseu, mas, quando volta para casa, já não lembra dos detalhes. O mesmo vale para outros destinos icônicos.

Por que será?

Um sonho muito estranho

Soube de uma história mais ou menos assim: a mulher tinha o sonho de ver as pirâmides do Museu do Louvre de perto, em Paris. Foi até lá para isso. As pirâmides, você sabe, causaram a maior polêmica entre os franceses pelo design vanguardista do arquiteto Ieoh Ming Pei. Pois ela queria muito conhecer.

Dias depois de finalmente vê-las ao vivo, a viajante em questão se deu conta de que não havia prestado atenção. Ela precisava recorrer às imagens salvas no celular para lembrar do que viu. Ou melhor, do que não viu, porque, na verdade, quem “viu” foi o telefone.

Tudo ficou nebuloso na memória. Mas não, não tem problema, afinal, olhar na telinha é até mais bonito. Dá para dar um brilho, aumentar a saturação das cores, postar nas redes e apreciar. Qual é a graça de olhar com os olhos? Eu, hein?! Que antiquado!

Prolongamento dos sentidos

Em 1964, veja bem, em 1964, um teórico chamado Marshall McLuhan, professor e pensador canadense, lançou um livro que se tornaria um clássico: Understanding Media - The Extensions of Man. Há quase 60 anos, ele já falava dos meios de comunicação como extensões do ser humano e apontava a tecnologia (mídias eletrônicas) como um prolongamento dos sentidos.

De certa forma, o homem previu que essas mídias (e olha que ainda nem existia smartphone!) iriam escantear a vida real e até mesmo substituí-la.

Sim, eu estou exagerando, e, é claro, a obra de McLuhan é muito mais complexa do que esse meu resumo meia-boca. Além do mais, os avanços tecnológicos são incríveis, facilitaram muito a vida e trouxeram benefícios sem fim. Não sou da turma dos “neoludistas”.

De toda forma, em todos os lugares, no exato momento em que você lê este texto, tem alguém com a vida intermediada por uma tela. A pergunta é: o que vem a seguir?

 

Casamento badalado
Casamento badalado

Outro destaque do PH Revista deste fim de semana é o casamento de Manuella Moreira e João Victor Barros. Na foto, a noiva sendo conduzida ao altar pelo sempre elegante pai Eliezer Moreira Filho

TRIVIAL VARIADO

Subdiagnóstico: a demência atinge 1,76 milhão de idosos brasileiros e 8 em cada 10 não sabem que têm a condição, estimam cientistas do País.

Anemia: deficiência de ferro atinge 50% das brasileiras. Trata-se da principal causa de anemia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Lourdes Itapary Ribeiro viajou neste fim de semana para Fortaleza, acompanhando a irmã Wilma, para tratamento de saúde. Ela sofre do Mal de Alzeimer.

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