O reality “Casamento às cegas” poderá ter versões LGBTQIA+ e de pessoas acima dos 40 anos, segundo a diretora Cassia Dian. A proposta faz muito sucesso entre os solteiros e solteiras do Brasil.
“Ambas as versões são possíveis, mas, no caso de casais homoafetivos, por exemplo, teríamos que adaptar o formato que temos hoje”, declarou a diretora.
A questão levantada por Dian diz respeito ao lounge de convivência. O formato já conhecido do reality separa os homens das mulheres.
O ambiente, além de promover uma separação e garantir que eles não se encontrem antes de noivarem, é importante para que o casting troque informações.
No caso de participantes LGBTQIA+, o intuito do programa, de não conhecer quem está do outro lado das cabines, poderia ficar em segundo plano.
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