SÃO LUÍS - O Brasil está na luta pela eliminação da hanseníase. Até o fim do ano, o Ministério da Saúde quer reduzir a prevalência para menos de um caso em cada grupo de dez mil habitantes. Hoje, a prevalência é de 1,77 casos.
Para atingir a meta, o ministério já iniciou os cursos de capacitação de médicos, enfermeiros e equipes do Programa Saúde da Família. A hanseníase é uma doença infecciosa causada por uma bactéria que atinge a pele e os nervos.
Os principais sintomas são manchas brancas ou placas avermelhadas com alteração de sensibilidade. No local das manchas a pessoa não sente dor, mas tem a sensação de queimação e dormência. A coordenadora do Programa de Eliminação da Hanseníase, do Ministério da Saúde, Rosa Castália, explica como a doença é transmitida.
"Ela é transmitida pela pessoa que está doente e não está recebendo tratamento. Ela transmite para as pessoas sadias através das vias respiratórias, ou seja, através de respiração e normalmente pessoas que tenham contato dentro da mesma casa, por exemplo, é mais fácil a transmissão, o contato dentro da mesma casa. Por isso que é muito importante quando uma pessoa tem o seu diagnóstico de hanseníase ela leve ao posto de saúde, também, para ser examinada, para serem examinadas todas as pessoas que convivem naquela casa. Filhos, marido, mulher e outras pessoas que convivem."
A hanseníase tem cura. O tratamento é feito com coquetéis de antibióticos, na forma de comprimidos. Caso não seja interrompido, dura de seis meses a um ano. Se você tiver suspeita de hanseníase, procure um posto de saúde da sua cidade. O tratamento é gratuito.
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