SÃO PAULO - Os promotores do caso Michael Jackson, acusado por abuso sexual de um menor, querem que o tribunal lhes autorize a solicitar a apresentação dos arquivos financeiros do cantor, de acordo com documentos recém-divulgados.
A promotoria também procura que algumas pessoas dêem seu depoimento sobre a fortuna da estrela da música pop.
A defesa argumentou que a documentação é irrelevante e seria invasão de privacidade.
A promotoria assinala que Jackson reteve como refém a família do menor, dentro de sua fazenda Neverland, para que eles participassem de um vídeo no qual negam as acusações e fazem elogios ao cantor.
Os promotores disseram também que precisavam o depoimento de um especialista financeiro, e adicionaram que o júri não teria elementos para pronunciar-se sobre a reação de Jackson "sem evidências de suas circunstâncias financeiras".
A defesa respondeu que Jackson "é um artista da discografia internacional, e um homem que leva relações variadas e complexas de negócios com numerosos indivíduos e entidades".
"A natureza deste tipo de relações de negócios contempla o que as partes cumpram com um compromisso mútuo sobre sua privacidade", assinalou a defesa. Agregou, ainda, que a revelação dos dados financeiros afetaria a capacidade de Jackson para fazer negócios na indústria do entretenimento.
Jackson, 46 anos, está sendo acusado de abusar de um menor, fornecer-lhe álcool e planejar o seqüestro da família do menino.
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