Juliana Paes deverá sambar no meio da bateria da Viradouro

Globo Online

Atualizada em 27/03/2022 às 14h54

RIO - Quando a bateria da Viradouro se dividir em duas, a passarela aberta bem no coração da escola deverá ser ocupada pela atriz Juliana Paes. A madrinha da bateria será convidada a atravessar e se exibir no espaço aberto pelos ritmistas.

No ensaio de rua deste domingo, sete ritmistas que tocavam xequerê, na primeira fila da bateria, entraram com Mestre Ciça na área aberta. Uma possibilidade para o dia do desfile é que esse papel - o de ocupar o centro da bateria - seja desempenhado também por um ritmista, que faria brincadeiras com os outros - dentro do clima proposto pelo enredo "A Viradouro é só sorriso".

Não é a primeira vez - nem deverá ser a última - que a bateria da vermelho-e-branco de Niterói entra coreografada na Marquês de Sapucaí. Em 2003, no enredo em homanegam à atriz Bibi Ferreira, os 300 ritmistas - então com Luma de Oliveira à frente - se curvavam no refrão "A Viradouro, meu amor, faz a homenagem", o que arrancou aplausos do público.

No ano anterior, Ciça e seu grupo de bambas levantavam lenços brancos, durante as paradinhas da bateria, num pedido de paz. Em 2001, Luma - como deusa da luxúria - e os ritmistas se ajoelhavam. Foram ovacionados.

A moda pegou e outras escolas adotaram a bateria-com-coreografia. É como se, no século 21, cadência, ritmo, musicalidade não fossem suficientes. E, no teatro da Sapucaí, é preciso também que os ritmistas atuem.

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