MUNDO - Wagner Moura segue consolidando seu nome entre os grandes atores do cinema internacional. O brasileiro foi um dos selecionados pela revista The Hollywood Reporter para integrar o tradicional Oscar Roundtable, uma mesa-redonda que reúne artistas considerados fortes candidatos à maior premiação do cinema.
O encontro colocou Moura ao lado de nomes de peso da indústria como Michael B. Jordan (Pecadores), Jacob Elordi (Frankenstein), Adam Sandler (Jay Kelly), Jeremy Allen White (Springsteen), Mark Hamill (A Vida de Chuck) e Dwayne Johnson (The Smashing Machine). Todos participam da conversa como atores em busca de sua primeira indicação ao Oscar.
“Todos em busca de sua primeira indicação ao Oscar se unem ao compartilharem as dificuldades enfrentadas para alcançar o sucesso nessa indústria tão competitiva”, descreve a publicação.
“Sou um ator brasileiro”
Durante a entrevista, Wagner falou abertamente sobre sua trajetória em Hollywood e os desafios de atuar fora do Brasil. O ator destacou a importância de preservar sua identidade e não tentar se encaixar em padrões que não representam quem ele é.
“Sou um ator brasileiro e represento um grupo de pessoas que vivem aqui neste país e falam com sotaques. Quando comecei a vir para [os EUA], as pessoas perguntavam: ‘Você conseguiria interpretar esse personagem com um sotaque americano padrão?’ E eu respondia: ‘Não’. Primeiro porque eu não consigo (risos), mas segundo porque achava isso meio errado. Sou um ator brasileiro.”
A fala foi celebrada por fãs nas redes sociais, que destacaram a postura do ator em defender sua origem e sua autenticidade dentro da indústria cinematográfica.
O peso de Narcos e o legado de Pablo Escobar
Wagner também comentou que, mesmo após tantos trabalhos internacionais, continua sendo amplamente reconhecido pelo papel de Pablo Escobar na série Narcos, produção da Netflix que o projetou mundialmente.
Segundo ele, é comum ser abordado com a frase: “Plata o plomo?”, referência direta a uma das falas mais icônicas de seu personagem na série.
O sucesso de Narcos segue sendo um divisor de águas na carreira do ator, que hoje transita entre grandes produções internacionais sem perder sua ligação com o cinema brasileiro.
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