Acusado de estupro

Jovem suspeito de estupro é autuado em flagrante em Imperatriz

Agnaldo Júnior teria estuprado uma jovem na manhã desse domingo.
Imirante Imperatriz30/01/2017 às 09h05
Agnaldo Júnior teria estuprado uma jovem. (Divulgação /Antonio Pinheiro )

IMPERATRIZ – Mais um caso de estupro foi registrado neste fim de semana em Imperatriz. Após o caso de Francisco Nascimento de Lima, acusado de estuprar a própria filha, e mais uma tentativa de estupro, no bairro Vilinha, um outro caso que teve bastante repercussão foi do jovem empresário de classe média, Agnaldo Júnior Rodrigues da Silva, de 23 anos.

Ele teria estuprado uma jovem na manhã desse domingo (29). Após a violência sexual, a jovem procurou a Delegacia Regional de Imperatriz, onde registrou um Boletim de Ocorrências. De acordo com Gustavo Tavares, delegado de plantão, o laudo apontou que a jovem foi estuprada por Agnaldo Júnior.

“O laudo foi bem contundente, que houve conjunção carnal forçada. Violência para a prática de relações sexuais, vestígio de conjunção carnal e ato libidinosos de diversas naturezas. Inclusive, o laudo aponta que houve uma esganadura e a vítima teve perda da consciência em razão desta esganadura”, descreveu delegado.

Após a denúncia, foram feitas diligências visando prender o autor do crime. “Dividimos as equipes da Polícia Civil. Algumas pessoas ficaram na rua Amazonas (residência do suspeito). Outras, eu, acompanhando de dois investigadores, fomos até à uma chácara, no povoado Bananal, onde o pai do suspeito seria dono. Fizemos essas diligências, mas ele (Agnaldo Júnior) estava em casa. Estava todo tempo trancado dentro de casa, apesar de a gente ter batido muito”, disse Gustavo Tavares.

“A casa conta com cerca elétrica e muro alto. A gente só conseguiu entrar na residência, para capturar o suspeito, na presença do pai dele”, afirmou Gustavo. Agnaldo Junior foi conduzindo ainda na tarde desse domingo para a delegacia e foi autuado em flagrante pelo crime de estupro previsto no artigo 213 do código penal. O suspeito, em depoimento à polícia, nega as acusações.

“Ele disse que as relações foram consentidas, mas é difícil uma relação consentida ter tantas marcas de lesões corporais, como a gente viu no laudo do perito legista do Instituto Médico Legal (IML)”, afirmou o delgado Gustavo Tavares. Agnaldo Júnior deve ser encaminhado nesta segunda-feira (30) para Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz (UPRI).

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