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Especialista dá cinco dicas do que não colocar no currículo

Veja como montar um currículo da maneira certa.
Imirante.com20/11/2015 às 05h36

SÃO LUÍS - O cenário de retração da economia brasileira e a consequente desaceleração do mercado de trabalho têm imposto desafios para profissionais em busca de uma oportunidade. Um aspecto fundamental para superar essas dificuldades é um currículo bem preparado, a porta de entrada para uma nova vaga. Veja, então, o que os profissionais não podem errar na hora de desenvolver o currículo:

O que não incluir no currículo

- Erros de português ou falhas de digitação

- Características pessoais

- Pretensão Salarial (só se a empresa pedir)

- Fotos (só se a empresa pedir)

- Informações pessoais como endereço, RG, CPF ou número da carteira de trabalho

Segundo Larissa Meiglin, assessora de carreira da empresa Catho, o pior deslize na elaboração de um currículo é a presença de erros ortográficos ou falhas na digitação. Esses são aspectos que demonstram falta de conhecimento do português e também desatenção do profissional ao escrever o texto.

Outro ponto importante é não apresentar características pessoais já no currículo. O momento mais adequado para apresentar esse tipo de informação é na entrevista, sempre tentando associá-las a situações profissionais. A pretensão salarial é algo que só deve ser informado quando solicitado na descrição da vaga.

Já a as fotos só devem aparecer nos currículos de profissionais que trabalhem com imagem, como modelos, por exemplo, ou quando a empresa solicitar.

Veja o que o candidato deve priorizar colocar no currículo:

- Objetivo profissional

- Resumo de Qualificações e Experiências Profissionais

- Escolaridade e Cursos

- Proficiência em línguas estrangeiras

- Conhecimentos em informática

É importante indicar o objetivo profissional de forma clara, com nome do cargo que o trabalhador deseja alcançar, afirma Larissa. Já os resumos de competências e demais experiências profissionais devem ser selecionadas com cautela, apresentando somente as informações mais relevantes e atuais. O mesmo se aplica para graduações e cursos.

A proficiência em línguas estrangeiras e noções em informática costumam aparecer por último, mas devem ser mencionadas. É preciso, no entanto, fazer uma autoanálise e informar com veracidade os conhecimentos. Nos casos em que o profissional só teve contato com o idioma durante aulas do Ensino Fundamental ou Médio, por exemplo, não é uma boa estratégia declarar conhecimento básico do idioma.

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