Levantamento

Anistia: maior parte da bancada maranhense segue indecisa sobre tema

Dois deputados federais maranhenses já se manifestaram em favor da anistia total a condenados pelo 8 de janeiro, enquanto outros quatro, são contra; 12 estão indecisos.

Ipolítica, com informações do Estadão

Projeto que trata da anistia a condenados pelo 8 de janeiro ainda não tramitou na Câmara
Projeto que trata da anistia a condenados pelo 8 de janeiro ainda não tramitou na Câmara (Foto: Lula Marques)

SÃO LUÍS - A maioria dos deputados federais maranhenses, que atuam em Brasília, ainda não se posicionou ou está indecisa a respeito de um projeto de lei na Câmara Federal, que propõe a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Ao todo, 12 deputados maranhenses seguem sem um posicionamento definido em relação ao tema. O “placar geral" das bancadas de todos os estados foi levantado pelo Estadão, em reportagem especial. 

Amanda Gentil (PP), Cléber Verde (MDB), Detinha (PL), Duarte (PSB), Josimar de Maranhãozinho (PL), Josivaldo JP (PSD), Júnior Lourenço (PL), Márcio Honaiser (PDT), Marreca Filho (PRD), Pastor Gil (PL), Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) e Fábio Macedo (Podemos), ainda não expressaram manifestação definida sobre o tema. 

São favoráveis à anistia total a todos os condenados, os deputados Aluizio Mendes (Republicanos) e Allan Garcês (PP).

E são contrários à anistia os deputados Márcio Jerry (PCdoB), Rubens Júnior (PT), Ivan Júnior (União Brasil) e Hildo Rocha (MDB).

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Pedido de urgência

Ainda não há consenso na Câmara Federal, em relação à votação da proposta em Plenário. A bancada de oposição estuda solicitar pedido de urgência para a análise da peça.

No atual cenário, 181 parlamentares - de todas as bancadas -, defendem a anistia. Eles precisam alcançar outros 76 votos para obter a maioria absoluta na Câmara para a aprovação da peça.

A base governista tenta barrar a matéria e defende condenação a todos aqueles que estavam presentes no ato. 

Dentre os próprios governistas, há os radicais, sobretudo do PT e PSOL, que defendem penas pesadas para todos os condenados.

Já uma outra ala governista entende que quem cometeu infrações menores nos atos, pode receber sim, penas proporcionais, ou seja. 

O tema segue em intenso debate no Congresso Nacional. Até o momento, contudo, não há data para que a matéria seja pautada.

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