Especial Leitura

Estudante, que começou ler aos 4 anos, vai expor trabalho sobre leitura na Colômbia

Victória Kézia, de 14 anos, se apresenta como a Princesa Vick para contar historias.
João Rodrigues/ Imirante Imperatriz26/11/2016 às 09h09

IMPERATRIZ – Em 2017, quando tiver 15 anos, a estudante Victória Kezia da Silva, 14 anos, deve fazer sua primeira viagem internacional para apresentar um trabalho sobre leitura e escrita na Colômbia.

O projeto cientifico Mensagem para você: leitura e escrita andam de mãos dadas foi apresentado por Victória em sua escola, e classificado para uma exposição em Bogotá no primeiro semestre do ano que vem.

Como parte prática desse projeto, Victoria apresentou recentemente, em parceria com as estudantes Ana Letícia Pacheco e Kamilla Ariache Silva, uma sessão especial de contação de histórias para crianças num shopping da cidade.

Para atrair a criançada ela se vestiu de princesa, ou melhor, se transformou em Princesa Vick, um personagem que ela já havia apresentado em eventos literários na cidade em que morava na cidade de Mogiguaçu, no interior de São Paulo.

O gosto pela leitura começou muito cedo, por incentivo dos pais. Aos 4 anos, Victória, ou simplesmente Vick, nome do personagem e apelido de família, começou a ler e escrever.

A mãe dela, a psicóloga Sherlany Tatiane da Silva, conta que a criança chegou a escrever algo que remete a um livro, claro, com todas as peculiaridades do aprendizado que ela detinha na época. Entre os anos de junho de 2012 r junho de 2014 Victória passou a escrever uma coluna no jornal Tá na Mão, da cidade de Mogiguaçu, após ter vencido um concurso de redação para estudados do quarto e quinto ano.

Posteriormente ela criou um blog sobre crítica literária. Atualmente o blog não está sendo atualizado, mas um dos feitos dela no espaço virtual ela tem orgulho de contar.

“Uma editora famosa do Brasil lançou um livro e passou um mês fazendo mecham dessa obra. Fiz minha mãe ir para São Luís comprar este livro, porque não tinha aqui, e quando fui ler, na maior expectativa, no final o livro era horrível. Fiz uma resenha no blog dizendo porque eu considerava o livro horrível e coloque no Facebook e marque a editora”, relembra.

Dias depois da postagem a editora manteve contato, ocasião em que agradeceu a resenha e agradeceu a opinião. A editora havia anunciado continuidade da obra, mas depois disso, segundo Victória, o livro não teve sequência.

“Na resenha eu disse como o livro seria bom, se não tivesse sido horrível. As histórias não batiam, faltavam conexões, os personagens nada a ver, ensossos”, resumiu a estudante que já leu sete livros por mês, mas atualmente, diz que devido aos estudos mantém a rotina de ler quatro livros mensais.

Em vídeo, Victória Kézia apresenta algumas dicas de como tomar gosto pela leitura:

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