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Hotel retira correntes e calçada vira estacionamento, em Imperatriz

O Imirante Imperatriz flagrou motociclistas estacionando de forma errada.
Diego Sousa / Imirante Imperatriz24/12/2014 às 19h07

IMPERATRIZ – Depois da polêmica por causa do cercamento da calçada de um hotel, localizado às margens da BR-010, ao lado de um de shopping de Imperatriz, a direção do estabelecimento retirou as correntes que impediam a passagem dos pedestres e o espaço voltou a ser utilizado como estacionamento para motocicletas, motivo alegado pela gerência do hotel para cercar a calçada.

Na tarde desta quarta-feira (24), o Imirante Imperatriz flagrou vários motociclistas estacionando na calçada. Um deles, que não quis dar entrevista, saiu do supermercado que fica dentro do shopping com o carrinho de compras, depois o abandonou na calçada do hotel, após retirar as sacolas de compras e sair pilotado a moto que estava estacionada no local indevido.

Uma motociclista, que também utilizou a calçada como estacionamento, disse que o valor cobrado para estacionar dentro do shopping é abusivo. “Eu não sabia que era proibido estacionar aqui. Faço isso porque é caro pagar quatro reais de taxa para colocar a moto no estacionamento do shopping”, relata a mulher, que pediu para não ser identificada.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a Seção de Policiamento e Fiscalização do órgão pretende fazer convênios com os municípios para entregar os trechos urbanos das rodovias federais, como a BR-010, à administração municipal. A PRF acredita que esses perímetros, geralmente, não têm características de rodovia.

Penalidade

De acordo com o Artigo 181, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é proibido estacionar nos acostamentos de rodovias, salvo por motivo de força maior.

Mesmo sendo considerada como infração leve, os condutores estão sujeitos à multa, além da remoção do veículo, quando for necessário.

De acordo com PRF, a penalidade custa o valor de R$ 53,00 para o motorista, além da perda de três pontos na carteira de habilitação. Ainda segundo a PRF, os valores da maioria das multas estão defasados, pois são da época da instituição do novo CTB, 1997.

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