SÃO LUÍS – Dois agentes de segurança pública foram presos investigados pelo crime de extorsão mediante sequestro em São Luís. As prisões ocorreram na última quinta-feira (22), durante uma operação coordenada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).
Os presos são um policial militar da ativa e um policial civil aposentado. Contra eles, foram cumpridos dois mandados judiciais expedidos após investigação que apura um sequestro ocorrido na capital maranhense.
Prisão após investigação
A operação foi desencadeada a partir de investigações conduzidas pelo Departamento de Operações Táticas Especiais (DOTE), com apoio do Departamento de Combate ao Roubo a Instituições Financeiras (DECRIF).
Durante o cumprimento dos mandados, equipes da Polícia Civil apreenderam materiais que podem reforçar as provas do crime, incluindo:
- Aparelhos celulares
- Armas de fogo
- Munições de calibres variados
Todo o material será analisado no decorrer das investigações.
Crime de sequestro ocorreu no bairro do Turu
De acordo com a SEIC, o caso que levou à prisão dos policiais investigados por sequestro ocorreu no dia 28 de outubro de 2025. A vítima foi abordada em um lava a jato localizado no bairro do Turu, em São Luís.
Na ocasião, os suspeitos se passaram por agentes públicos e apresentaram um falso mandado de prisão. A vítima foi mantida sob restrição de liberdade enquanto os criminosos exigiam o pagamento de R$ 100 mil.
Vítima liberada após pagamento
Segundo as investigações, familiares da vítima realizaram o pagamento exigido pelos investigados. O valor foi depositado em contas bancárias indicadas pelos suspeitos.
Após a transferência do dinheiro, a vítima foi liberada. O crime foi denunciado, dando início às investigações que culminaram na prisão dos policiais.
Investigações seguem para identificar outros envolvidos
A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos no crime de sequestro e extorsão em São Luís.
Os dois policiais presos permanecem à disposição da Justiça.
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