BUENOS AIRES - No último domingo, 23 de julho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Ministério da Economia da Argentina anunciaram um acordo para a renegociação da dívida do país com a instituição. Atualmente, a dívida da Argentina com o FMI está em torno de US$ 44 bilhões.
O objetivo desse acordo é liberar o pagamento de US$ 4 bilhões para a Argentina, valor que estava previsto para o final de junho, mas não foi realizado devido ao descumprimento das metas acordadas entre a Argentina e o FMI. Nesse contexto, o país enfrenta uma grave crise hídrica.
"Os objetivos e parâmetros centrais foram acordados, formando a base para um 'Staff Level Agreement' [acordo técnico] que deverá ser finalizado nos próximos dias, avançando assim para a revisão do programa da Argentina", afirma a nota conjunta.
Essa será a quinta revisão do acordo, que foi originalmente firmado durante o governo do ex-presidente Mauricio Macri, em 2018.
De acordo com o comunicado do Ministério da Economia argentino, o acordo visa "consolidar a ordem fiscal e fortalecer as reservas, reconhecendo o forte impacto da seca nas exportações e receitas fiscais do país".
O acordo representa um passo importante para a Argentina em relação à sua situação financeira e pode trazer mais estabilidade para a economia do país latino-americano.
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