EM CINCO MESES

Terminal de Ponta da Madeira é destaque em movimentação de carga

Porto privativo da Vale, em São Luís, movimentou quase 60 milhões de toneladas de minério de ferro.

Imirante.com

Painel do Estatístico Aquaviário da Antaq destaca movimentação de carga em Ponta da Madeira (Divulgação)

SÃO LUÍS - O Terminal Marítimo Ponta da Madeira (MA) foi instalação portuária privada que mais movimentou carga no período de janeiro a maio deste ano, totalizando 59,8 milhões de toneladas, volume somente em minério de ferro. Os dados são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e foram disponibilizados no Painel do Estatístico Aquaviário.

O volume alcançado por Ponta da Madeira contribuiu para que o setor portuário nacional movimentasse 477,8 milhões de toneladas. De acordo com as estatísticas, os portos organizados movimentaram 168,1 milhões de toneladas; e os terminais privados, 309,7 milhões de toneladas.

Os terminais de Tubarão (ES) e o Terminal Aquaviário de São Sebastião (SP), ambos privados, foram os únicos que apresentaram alta no período – 13,8% e 7%, respectivamente. Entre os portos públicos, Santos (SP) movimentou 51,8 milhões de toneladas, com crescimento acumulado de 5,9% de janeiro a maio.

Carga solta e fertilizantes

Em relação ao perfil, a carga solta tem registrado crescimento em todos os meses do ano, acumulando um crescimento de 19,5% no período. Atualmente, a produto representa 6% do total do movimentado no território nacional, sendo o granel sólido responsável por 57,2%, granel líquido (25,8%) e carga conteineirizada (11%).

Considerando as mercadorias transportadas, a movimentação de adubo (fertilizantes) teve aumento de 19,7%. Os portos públicos de Paranaguá e Antonina (PR), Santos, São Francisco do Sul (SC), Rio Grande (RS), Itaqui (MA), Santarém (PA) foram as principais portas de entrada no produto no país.

O petróleo e derivados (sem óleo bruto) também registrou alta de 1,9%, assim como ferro e aço (1,4%). O minério de ferro foi a carga mais movimentada. Entre janeiro e maio, foram 130,8 milhões de toneladas. Depois, aparecem petróleo e derivados, óleo bruto, (76,4 milhões); soja (60,4 milhões); e contêineres (52,5 milhões).

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