IMPERATRIZ – O mês de agosto foi considerado o mais violento no trânsito de Imperatriz. Foram registradas 218 ocorrências, que resultaram em 253 vítimas e três mortes.
A maioria dos acidentes foi envolvendo motocicletas (89%), de acordo com dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). As vítimas, a maioria do sexo masculino, foi na faixa etária de 21 a 30 anos de idade
Também, no mês de agosto, a cidade viveu impasse sobre a realização do período de veraneio, com o surgimento das praias.
Após diversas discussões entre Defesa Civil, secretarias da prefeitura, barraqueiros, instituições de segurança e o consórcio que administra a Usina Hidrelétrica de Estreito(UHE), ficou definido que a empresa não teria condições de fechar as comportas para garantir o veraneio.
Defesa Civil até cogitou abrir a temporada no mês de agosto, porém, acabou não ocorrendo. A não realização do período de veraneio frustrou barraqueiros. A Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, ainda, chegou a anunciar o estudo para uma Ação Civil Pública para garantir as praias.
Em última reunião com órgãos da prefeitura e instituições de segurança o consórcio alegou que estava atuando conforme a Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) que media a distribuição de energia no país, razão pela qual não poderia mudar sua operacionalização.
Mesmo com riscos de enchentes, alguns barraqueiros montaram estrutura na praia do Cacau.
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