Presos do 8 de janeiro

STF aponta que 179 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro seguem presos

STF informa que 179 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro seguem presos três anos após a invasão das sedes dos Três Poderes.

Com informações do g1

Apoiadores de Bolsonaro invadem o Congresso Nacional
Apoiadores de Bolsonaro invadem o Congresso Nacional (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

BRASÍLIA O Supremo Tribunal Federal (STF) informou, nesta quarta-feira (8), que 179 envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023 seguem presos atualmente. O dado consta em um balanço divulgado pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos que apuram a tentativa de golpe de Estado.

De acordo com o STF, o número inclui tanto pessoas que participaram diretamente da invasão e depredação da Praça dos Três Poderes, em Brasília, quanto integrantes dos principais núcleos da chamada trama golpista. Entre esses grupos está o núcleo classificado como “crucial”, que reúne o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados apontados como articuladores das ações antidemocráticas.

Balanço é divulgado três anos após os atos

O levantamento foi divulgado no mesmo dia em que os atos golpistas de 8 de Janeiro completam três anos. Em 2023, apoiadores de Jair Bolsonaro, insatisfeitos com a vitória eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva, invadiram e vandalizaram as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

As ações resultaram na destruição de patrimônios históricos do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal, além de ampliarem o debate nacional sobre ataques à democracia e à ordem constitucional.

Eventos reforçam defesa da democracia

Também nesta quarta-feira, o Palácio do Planalto e o STF sediam eventos em memória dos atos golpistas de 8 de Janeiro. As cerimônias reúnem autoridades e representantes da sociedade civil e têm como objetivo criticar as ações antidemocráticas, além de reafirmar a defesa das instituições brasileiras e do Estado Democrático de Direito.

O Supremo tem reiterado que os processos em curso buscam responsabilizar todos os envolvidos na tentativa de ruptura institucional, independentemente de posição política ou função exercida à época dos fatos.

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