Acorde e Recorde

Glaydson Botelho: campeão em humildade, credibilidade e audiência

Radialista e jornalista, ele apresenta o programa Acorde e Recorde, de segunda a sexta, das 6h às 9h da manhã, na Mirante FM.

Pedro Sobrinho / Jornalista

Atualizada em 27/03/2022 às 10h57
Glaydson Botelho: apresentador do Acorde e Recorde, na Mirante FM.
Glaydson Botelho: apresentador do Acorde e Recorde, na Mirante FM. (Glaydson Botelho)

Radialista e jornalista, Glaydson Botelho Rego, 42 anos, natural de São Luís, nascido em 28 de julho, data em que o Maranhão aderiu à Independência do Brasil, é um dos profissionais de maior credibilidade e audiência da radiodifusão maranhense. O sucesso é graças ao programa Acorde e Recorde, há 13 anos no ar, de segunda a sexta, das 6h às 9h da manhã, na Mirante FM.

Pai de três rapazes e uma princesa que vai completar 20 anos em dezembro, Glaydson é um profissional que conquistou o carinho de milhares de fãs pela voz grave, doce e carismática, além da dedicação profissional e a humildade, que transmite quando está no ar.

Em um bate-papo informal, ele falou das suas experiências profissionais, família e a sua paixão pelo rádio, o veículo que lhe deu projeção.

PEDRO SOBRINHO: São quantos anos de Mirante FM. Apresentação do Acorde e Recorde, além do Mirante Memória?

GLAYDSON BOTELHO: Estou na emissora desde 1993, e desde então comandava o programa mais antigo da emissora até então, o Mirante Memória. No Acorde e Recorde comecei há 13 anos.

PEDRO SOBRINHO: E a família. São quantos filhos ?

GLAYDSON BOTELHO: Eu tenho três rapazes e uma princesa que vai completar 20 primaveras em dezembro e faz Rádio e TV na UFMA.

PEDRO SOBRINHO: Além de radialista, jornalista, você também já foi professor. Fale da experiência em sala de aula.

GLAYDSON BOTELHO: Fantástica! Uma verdadeira troca de experiências. Sinto saudade desse tempo!

PEDRO SOBRINHO: Você é um nome respeitado no rádio. Um profissional que conquistou milhares de fãs ao longo de sua trajetória no rádio. Você é um cara vislumbrado com o sucesso e a fama?

GLAYDSON BOTELHO: De jeito nenhum! Nunca fui! Não faz parte de meu jeito de ser.

PEDRO SOBRINHO: Como iniciou sua passagem no rádio?

GLAYDSON BOTELHO: Sou ludovicense, mas morei por quase 10 anos, durante minha infância, no Pará, e quando voltei pra ilha conheci um grupo de rapazes que tocava na noite. Comecei a aprender a mixar, daí, numa destas festas, um desfile de bairro, me colocaram pra apresentar a festa e na mesa de jurados tinha um "cara de rádio", que me convidou para um teste e entrei na rádio Ribamar no final dos anos 80.

PEDRO SOBRINHO: Fale da sua experiência com o jornalismo radiofônico ?

GLAYDSON BOTELHO: A primeira experiência com o jornalismo foi na Rádio Esperança FM, lá pelos anos de 1992, no início da minha carreira. O curioso que eu era na época o único católico em uma rádio evangélica. A outra vivência com o jornalismo no rádio foi na Mirante AM. Era um dos editores e apresentador, há oito anos, do Jornal do Maranhão, exibido das 11h ao meio-dia, com 31 emissoras interligadas no Estado. Deixei o Jornal Mirante para ser âncora no programa Panorama, levado ao ar das 17h às 19h, onde fiquei um ano. Todas essas experiências são valiosas para o meu currículo.

PEDRO SOBRINHO: E o rádio FM ? Qual a sua expectativa para o veículo e, também, perante a internet ?

GLAYDSON BOTELHO: Eu vivo a expectativa da migração das AMs para o sinal de FM. Creio que vai mexer em todos os sentidos com o mercado. Vale ressaltar que foi um grande erro do governo federal da migração. Quanto a internet, já está consolidada e abriu uma janela para o mundo.

PEDRO SOBRINHO: Fizesse um comparativo do rádio AM e FM, e qual a importância de cada um deles em sua vida profissional ?

GLAYDSON BOTELHO: A FM é uma paixão e o AM um compromisso.

PEDRO SOBRINHO: Quais os profissionais que foram marcantes em sua carreira profissional ?

GLAYDSON BOTELHO: Robson Júnior, César Roberto, Pastor Benjamin, etc.

PEDRO SOBRINHO: Na sua opinião, qual a receita para que o Acorde e Recorde se tornasse campeão de audiência ?

GLAYDSON BOTELHO: Compromisso e entrega.

PEDRO SOBRINHO: Como é a vida de Glaydson Botelho fora do rádio ?

GLAYDSON BOTELHO: Muito corrida! Rádio, filhos, esposa, palestras, pascom, futebol com os amigos, etc

PEDRO SOBRINHO: Qual o estilo de música que gosta de ouvir quando não está trabalhando?

GLAYDSON BOTELHO: Todas! Depende do momento. Não tenho preconceito.

PEDRO SOBRINHO: O que falta na vida profissional de Glaydson Botelho ?

GLAYDSON BOTELHO: ih! Nem sei! Já gravei documentários premiados internacionalmente. Já fui voz padrão de afiliada da Globo. Tenho um programa de muito sucesso. Tive a oportunidade de ter a experiência de ser professor universitário... Eu sou muito agradecido a Deus!

PEDRO SOBRINHO: O que você gostaria de fazer no Rádio, que ainda não conseguiu fazer até hoje ?

GLAYDSON BOTELHO: Programa exclusivamente dançante!

PEDRO SOBRINHO - Uma frase para definir o profissional de comunicação e o rádio como ferramenta de trabalho ?

Ouvi uma vez uma frase de Bill Gates da Microsoft e guardei pra minha vida profissional... "Pense a falência de seus produtos antes que a concorrência os faça!"

PEDRO SOBRINHO: Para terminar, gostaria de pedir que deixasse uma mensagem aos seus ouvintes...

GLAYDSON BOTELHO: Por favor nunca me abandonem! Rsrsrsrsrs

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