Em Imperatriz

Justiça condena homem a 24 anos de prisão por matar filho de major da PM após confundi-lo com desafeto

O crime ocorreu em 25 de agosto de 2019, no bairro Parque do Buriti, em Imperatriz.

Imirante.com

Atualizada em 06/03/2026 às 16h12
Roger Amorim de Sousa foi morto a tiros em Imperatriz. Foto: Reprodução/TV Mirante

IMPERATRIZ - A Justiça do Maranhão condenou, nesta quinta-feira (5), Weder Pitter da Silva Oliveira a 24 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Roger Amorim de Sousa, filho de um major da Polícia Militar do Maranhão.

O crime ocorreu em 25 de agosto de 2019, no bairro Parque do Buriti, em Imperatriz, a 629 km de São Luís. A sentença foi proferida pelo juiz Bruno Nayro de Andrade.

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Crime motivado por confusão de identidade

De acordo com as investigações, Weder Pitter estava em um bar da cidade quando teve um desentendimento com dois homens. Após a discussão, ele teria feito ameaças e recebido uma arma de um amigo, identificado como Elias Ferreira.

Em seguida, o réu saiu em busca dos homens com quem havia discutido. Nesse momento, abordou Roger Amorim de Sousa, acreditando que ele fosse um dos envolvidos na briga.

A vítima negou qualquer relação com o episódio, mas foi obrigada a deitar no chão e, logo depois, alvejada com vários disparos. Roger chegou a ser socorrido, mas morreu ao dar entrada em um hospital de Imperatriz.

Prisão e decisão judicial

Após o crime, Weder fugiu e foi preso posteriormente na cidade de Aparecida de Goiânia (GO).

Na decisão, o juiz determinou que o condenado deverá cumprir a pena em regime fechado, considerando as provas apresentadas, como:

Exame de corpo de delito;

Documentos médicos;

Depoimentos de testemunhas;

Relatos da investigação policial.

Repercussão

O caso ganhou destaque por envolver o filho de um oficial da Polícia Militar e pela brutalidade da execução, motivada por uma confusão de identidade. A condenação encerra um processo que se arrastava desde 2019 e reforça a responsabilização por crimes contra a vida no estado.

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