IMPERATRIZ- A Câmara de Vereadores propôs, em audiência pública realizada na manhã desta quinta-feira(19), que o município contrate uma empresa para emitir laudo sobre a análise sobre a qualidade do ar no Povoado "Mãozinha", localizado próximo a Lagoa Verde. De acordo com denúncia levada aos vereadores, a queima de lixo hospitalar por uma empresa especializada em incineração vem prejudicando a saúde dos moradores do lugar e circunvizinhança.
O presidente da Comissão de Planejamento, Uso, Ocupação, Parcelamento do Solo e do Meio Ambiente, Marco Aurélio da Silva Azevedo(PCdoB), confirmou que após discussão das denuncias de moradores sobre a inalação de fumaça resultante da queima de lixo hospitalar, os vereadores vão propor em Indicação, a contratação de uma empresa para emitir um laudo da incineração do lixo hospitalar daquela região.
O serviço realizado pela empresa Ecoservice vem sendo alvo de constantes denúncias e reclamações dos moradores do povoado ‘Mãozinha’, como ressaltou a moradora do povoado, Mirian Prereira:“Nos moradores sofremos com problemas de alergia na pele, respiratórios, infecção generalizada, ainda problemas com as plantações, as hortaliças do nada queimam. A empresa é instalada no local indadequadamente no meio de uma comunidade e os que mais sofrem são as crianças e os idosos, que têm a imunbidade muita baixa”, reclama a moradora.
O gestor ambiental da empresa, Cristy Handeson Pereira, negou que a Ecoservice esteja provocando danos ao meio ambiente. Ele afirmou que foi realizado um teste quimico na época em que a empresa começou a operar e não foi registrado nehum mal provenientes da queima do lixo.
“Recentemente foi realizado outro teste químico e, iclusive,acompanhado pela a Secretaria de Planejamento Urbano e Meio Ambiente e os resultados foram apresentados aqui na Câmara e ficou comprovado que reduzimos a emissão em quase cinco vezes ao índice que é permitido atualmente”, alegou o representante da incineradora.
Em relação ao mal cheiro, uma reclamação do moradores, o gestor ambiental foi contundente: “O mal cheiro era registrado no início do processo, desde de 2011 esse mal cheiro não ocorre mais “, finaliza.
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