BRASÍLIA - Em busca de minimizar a força da oposição no Congresso, o Partido dos Trabalhadores (PT) começou a fazer gestões pelo apoio de partidos que faziam parte da base do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Nesta semana, um dos alvos tem sido o Progressistas (PP).
Dono da quarta maior bancada de deputados na Câmara Federal - com 47 parlamentares eleitos para a próxima legislatura -, o partido já recebeu assédio petista.
As conversas foram iniciadas com o deputado federal André Fufuca, do Maranhão. Ele presidiu a sigla enquanto o senador Ciro Nogueira (PP-PI) esteve à frente da Casa Civil de Bolsonaro. Com a volta do piauiense à presidência da legenda, o maranhense foi deslocado para a liderança na Câmara.
O principal ponto de convergência entre PT e PP é a eleição para a presidência da Casa. Os progressistas trabalham pela reeleição do seu filiado Arthur Lira, e podem contar com apoio petista, num gesto que pode levar à ampliação da aliança para um apoio ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Dos 47 progressistas na Câmara, o PT estima contar com o apoio de até 35 parlamentares.
O Imirante procurou Fufuca para comentar o assunto, mas ele ainda não se manifestou.
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