Primos seguem desaparecidos

Criança de 8 anos foi encontrada a 500 metros de casa no meio do mato após sair para buscar ajuda

Anderson Kauã, de 8 anos, é primo dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6, e de Allan Michael, de 4 anos, que estão desaparecidos há mais de 10 dias em Bacabal.

Imirante.com

Atualizada em 16/01/2026 às 16h15
Casa onde crianças desaparecidas estiveram em Bacabal. (Foto: Divulgação / SSP-MA)

BACABAL – O menino Anderson Kauã, de 8 anos, primo de Ágatha Isabelly, de 6, e de Allan Michael, de 4 anos, desaparecidos há mais de 10 dias em Bacabal, interior do Maranhão, foi encontrado a cerca de 500 metros da chamada “casa caída”, em área de mata fechada próxima às margens do rio Mearim.

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Relato da criança

Segundo informações do Instituto de Perícias para Crianças e Adolescentes (IPCA), Anderson relatou que deixou os dois primos no abrigo improvisado e saiu em busca de ajuda.

Anderson foi encontrado no dia 7 de janeiro por produtores rurais que passavam pela região. A presença das três crianças na área foi indicada por cães farejadores que integram a força-tarefa responsável pelas buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael há quase duas semanas.

Ágata Isabelle, de cinco anos, e Allan Michael, de quatro anos, seguem desaparecidos. (Foto: Divulgação)

A “casa caída”

Chamada por policiais como “casa caída”, foi apontada por cães farejadores como um dos locais por onde passaram os irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos. Trata-se de um abrigo simples, feito de barro, troncos de madeira e coberto por palha. A estrutura fica no povoado São Raimundo, na zona rural de Bacabal, no interior do Maranhão.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Maranhão, o local fica a cerca de 3,5 km em linha reta da comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, onde as crianças desapareceram há 13 dias. O local, que pode servir como ponto de parada para pescadores, fica à margem do rio Mearim. Dentro da estrutura foram encontrados um colchão, botas e um banco.

O local está a aproximadamente 12 km do ponto do desaparecimento, levando em consideração obstáculos como trilhas, lagoas e áreas de mata. O ponto foi descrito por Anderson Kauã, de 8 anos, após ser encontrado no dia 7 de janeiro. Ele relatou à equipe multiprofissional do Instituto de Perícias para Crianças e Adolescentes (IPCA), que o acompanha, que chegou ao local com os primos e que deixou os dois na casa enquanto saiu em busca de ajuda.

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