MARANHÃO - A VIII Semana de Teatro no Maranhão encerra a edição de 2013, neste fim de semana, no interior do Estado. Promovida pelo Governo do Maranhão e realizada por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secma), via Teatro Arthur Azevedo, chega ao fim no sábado (4) e domingo (5), com apresentações de espetáculos e oficinas nas cidades de Buriticupu, Axixá e Santa Inês.
“Com a presença das caravanas nas cidades do interior do Estado, a Semana de Teatro cumpre um de seus principais objetivos que é dar oportunidade às comunidades de assistir espetáculos de teatro gratuitos, incentivando o processo de formação de plateia e de levar cursos e oficinas aos grupos, arte-educadores, atores, diretores e alunos de teatro, num processo de troca de conhecimento e experiência na arte de representar”, ressaltou Josué da Luz, da coordenação da Semana de Teatro.
A programação deste fim de semana terá a participação dos grupos de teatros Cia Primeiro Ato S.A, Xama Teatro e Laborarte. A realização do evento tem apoio das prefeituras locais e as apresentações acontecerão em espaços disponibilizados pelos municípios.
No sábado (4) e domingo (5) a programação de espetáculos e oficinas de teatro será realizada nas cidades de Buriticupu, Axixá e Santa Inês. A comunidade de Buriticupu terá como atração o espetáculo “Contos Tradicionais Brasileiros”, que será apresentado pelo elenco da Companhia Primeiro Ato S.A. Na cidade de Axixá, o grupo Xama Teatro apresentará “A Carroça na Estrada”; e em Santa Inês, o grupo Laborarte leva ao público “A Peleja de Casemiro em Lendas Emaranhadas”.
Antes, o evento foi realizado em São Luís, no período de 8 a 14, e também nos municípios de Axixá, Cantanhede, Arari, Buriticupu e Santa Inês nos dias 27 e 28 de abril e 4 e 5 de maio, em comemoração ao Dia Internacional do Teatro e Dia Nacional do Circo e do Artista Circense (27 de março). A programação contou com apresentação de espetáculos de palco e de Rua, cursos e oficinas, exposição e palestra, com participação de convidados maranhenses e de outros estados.
Sinopses
“Contos Tradicionais Brasileiros ou Estórias dos Tempos da Janambura” - Apresenta dois cavaleiros andantes que se encontram e passam a narrar encenando estórias adquiridas ao longo de suas trajetórias. Convém ressaltar que um dos cavaleiros obtém em seu bojo estórias a partir de estudos enquanto o outro se apropria de conhecimentos ancestrais, embora os dois contadores, preservem a ludicidade como fio condutor, indispensável no desenvolvimento da trama. Duração: 50 minutos.
“A Carroça na Estrada” - A história se passa com quatro personagens, que nela se inserem por motivos diferentes: Pedoca (Pedro), Toinha (Antônia), Joaninha (Joana) e Cecé (Marsalina). Os personagens descobrirão que a carroça nunca foi puxada por um burro, mas por um boi. E que suas vidas não se cruzaram à toa, já que todos nasceram em dia santo no mês de junho, completando um ciclo de festas. Descobrirão ainda que a família que Cecé procura, assim como o abrigo de Joaninha, e o amor para Toinha, estão e são a carroça. É deles e a eles pertencem. Entendem que precisam levar essa mensagem de pertencimento para outras pessoas e partem para a sétima jornada/cidade, agora transformados e amadurecidos. Duração: 50 minutos.
“A Peleja de Casemiro em Lendas Emaranhadas” - Espetáculo de teatro de bonecos e contra com uma trama que ocorre durante os quatrocentos anos da cidade de São Luís, onde, supostamente, nessa data, as lendas e encantarias da ilha do Maranhão estão mais suscetíveis a desencantarem e aparecerem. Além disso, Casemiro Coco está completando aniversário de namoro com sua amada Madá, porém ela é sequestrada pelo coronel Zé Bigode no intuito de desposá-la a força. Para evitar que Casemiro Coco salve Madá antes de seu casamento, Zé Bigode conversa com seu compadre Lulu Boca Quente para enviar as lendas maranhenses para impedir Casemiro de resgatar a amada. Nesse clima de peleja e regada a muita música Casemiro Coco enfrentará as lendas maranhenses da Manguda, Ana Jansen e serpente de São Luís para livrar sua namorada das garras do malvado Zé Bigode. Duração: 55 minutos.
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