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Em três dias, peças do jogo eleitoral no MA estarão todas posicionadas

Roberto Rocha e Juscelino Filho são os dois últimos nomes da disputa eleitoral para definir suas posições no tabuleiro do jogo político deste ano.

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Roberto Rocha tem dado sinais nas redes sociais de que vai entrar na disputa para o governo do Estado (Reprodução/redes sociais)

SÃO LUÍS - A semana que se inicia é decisiva para o tabuleiro político. São três dias até que todas as peças estejam posicionadas para a campanha eleitoral. No Maranhão, esse último período do prazo para as convenções ainda se aguarda a posição de Roberto Rocha (PRTB) e Juscelino Filho (PSDB). O primeiro para confirmar sua candidatura ao governo e o segundo, declaração de apoio na disputa do Palácio dos Leões.

No caso de Roberto Rocha, ele até junho era candidato ao Senado pelo partido Novo. Sonhava em ser o candidato a senador do campo da direita no Maranhão e fazia contas mostrando que teria chances reais de voltar para A Câmara Alta em Brasília.

Mas o pré-candidato ao governo do Novo, Lahesio Bonfim, desisitiu do projeto inicial e se lançou candidato a senador e correu para os braços de Eduardo Braide, pré-candidato ao governo pelo PSD. A decisão do ex-prefeito deixou a “direita morta”, segundo diz o próprio Roberto Rocha.

Em uma manobra jurídica, Roberto conseguiu mudar de partido e agora caminha para a disputa de governador. E promete ressuscitar a direita e ainda retirar os votos bolsonaristas “de quem não representa” esse campo político. E para garantir esses votos dos eleitores de Bolsonaro, Rocha quer o PL consigo e o apoio do senador Flávio Bolsonaro, que é candidato a presidente do partido.

Mas vale lembrar que o PL aqui no Maranhão já fez sua convenção de decidiu não apoiar qualquer candidato ao governo. 

Já Juscelino Filho, há um certo tempo, estava convencido que o melhor caminho para o PSDB seria a independência. Ele, por sinal, assumiu o comando da legenda garantindo que não estava apoiando qualquer corrente política no Maranhão.

A alguns aliados, o deputado federal chegou a dizer que se não tivesse interferências externas, preferia a neutralidade nesta eleições. 

O PSDB faz sua convenção no dia 5 e as apostas estão sendo feitas de que o tucano vai para o lado de Braide. “Basta olhar os prefeitos e algumas lideranças que foram para Braide. Todos ligados a Juscelino”, observou uma fonte ouvida pela coluna.

Nas próximas 72 horas as peças estarão todas posicionadas e a disputa vai começar pra valer de fato.  


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