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Vice-governador anuncia agenda política em Brasília

Vice-governador, Felipe Camarão, participa de reuniões com a cúpula do PT para definir candidatura própria ou alianças no Maranhão.

Ipolítica

Felipe Camarãovai se reunir com a cúpula nacional do PT para decisão sobre candidatura (Foto: Divulgação)

SÃO LUÍS - O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), cumpre nesta semana uma agenda em Brasília. A expectativa é de quer o Partido dos Trabalhadores (PT) defina sua estratégia para as eleições de 2026 no estado.

A programação inclui reuniões com a cúpula nacional da sigla, que irão bater o martelo sobre a possibilidade de candidatura própria ou a formação de alianças no cenário estadual.

Estratégia do PT

Felipe Camarão embarca para a capital federal nesta quarta-feira (22). Já na quinta-feira (23), participa de um encontro que reúne o Diretório Nacional do PT, o Grupo Tático Eleitoral (GTE) e a Comissão Provisória Estadual do partido.

O objetivo das reuniões é alinhar a estratégia eleitoral no Maranhão com as diretrizes nacionais do partido.

“O partido do presidente Lula vai tomar uma decisão definitiva sobre os nossos rumos aqui no estado do Maranhão. Se haverá candidatura própria ou se faremos uma aliança”, ponderou o vice-governador.

Futuro político de Camarão

Além da definição partidária, a agenda em Brasília também deve influenciar diretamente o futuro político de Felipe Camarão.

O vice-governador aguarda a orientação do PT para decidir se será candidato ao Governo do Maranhão ou se disputará uma vaga ao Senado Federal.

Apesar de já ter demonstrado interesse em comandar o Executivo estadual, Camarão destacou que seguirá a decisão do partido.

Possibilidade de alianças

Nos últimos meses, o petista também tem sinalizado abertura para composições políticas. Entre os nomes citados está o do ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

Segundo Camarão, a definição não será baseada em interesses individuais.

“Diferente de outras pessoas, o meu projeto não é pessoal, nem familiar. É um projeto político. Farei aquilo que o meu partido e o presidente Lula decidirem”, declarou.

A decisão do PT deve impactar diretamente o cenário político maranhense para 2026, com reflexos nas principais alianças e candidaturas do estado.

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