OPERAÇÃO HOLERITE

Polícia prende seis suspeitos de fraude com documentos falsos e prejuízo chega a R$ 710 mil no MA

Grupo usava identidades adulteradas para contratar empréstimos consignados em nome de servidores públicos

Imirante.com, com informações do g1 MA

Atualizada em 20/03/2026 às 13h19
Polícia prende seis suspeitos de fraude com documentos falsos e prejuízo chega a R$710 mil no MA. (Divulgação/Policia Civil do Maranhão)

SÃO LUÍS - A Polícia Civil do Maranhão prendeu seis pessoas suspeitas de integrar um esquema de falsificação de documentos e fraudes financeiras durante a Operação Holerite, realizada na manhã desta sexta-feira (20) em São Luís e em outras cidades do estado. O grupo teria causado um prejuízo estimado em R$ 710 mil.

A operação foi coordenada pelo Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), vinculado à Superintendência Estadual de Investigações Criminais. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e seis de prisão preventiva.

Em uma das residências, os policiais identificaram uma ligação clandestina de energia elétrica, e a moradora também foi autuada por furto.

Esquema de fraudes

De acordo com as investigações, os suspeitos falsificavam carteiras de identidade em nome de servidores públicos estaduais. Com os documentos adulterados, o grupo abria contas bancárias e contratava empréstimos consignados, descontados diretamente nos contracheques das vítimas.

O esquema teria causado prejuízo de aproximadamente R$ 710 mil. Ainda segundo a polícia, a organização criminosa atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas entre os integrantes, responsáveis pela produção dos documentos, abertura de contas e contratação dos empréstimos.

As investigações duraram meses até a identificação dos envolvidos.

Materiais apreendidos

Durante a operação, foram apreendidos documentos falsificados, impressoras de alta resolução, celulares, notebooks e outros materiais utilizados na produção dos documentos fraudulentos.

A ação contou com apoio de equipes especializadas da Polícia Civil, incluindo setores de crimes cibernéticos, fraudes financeiras, serviços delegados e o Grupo de Resposta Tática.

O caso segue em investigação para identificar outros possíveis envolvidos e beneficiários do esquema.

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