BUENOS AIRES - O presidente argentino, Javier Milei, denunciou fraudes bilionárias no sistema de pensões por invalidez e deficiência durante os governos de esquerda anteriores. A Casa Rosada revelou que as fraudes somaram US$ 3,4 bilhões apenas no último ano. Durante a gestão de governos peronistas e kirchneristas, de 2003 a 2023, as pensões concedidas aumentaram de 79 mil para mais de 1,2 milhão. O atual presidente Milei acusa o governo anterior de descontrole e fraude no sistema.
Em uma conversão para moeda brasileira, o rombo chega perto de R$ 20 bilhões.
O porta-voz de Milei, Manuel Adorni, mencionou que existem 25 mil pessoas que recebem pensões por invalidez e continuam trabalhando. Outros 65 mil beneficiários apresentam incompatibilidades para receber o benefício, como propriedades no exterior e aviões privados. Adorni também revelou casos de fraude, como o uso do mesmo raio-X de ombro em 150 casos diferentes na província de Chaco, e a apresentação do raio-X de um cachorro como prova em um caso na província de Corrientes.
O ex-presidente Alberto Fernández, antecessor de Milei, está atualmente sendo investigado por desvio de verba pública, com seus bens bloqueados e o sigilo bancário quebrado pela Justiça argentina.
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