São Luís

Projeto Fazendo Educação encerra atividades de 2012

Atualizada em 27/03/2022 às 12h14

SÃO LUÍS - O Auditório Aberto Abdalla, na Cohama, recebeu, terça-feira (4), alunos do ensino fundamental de escolas da rede estadual que participaram do Projeto Fazendo Educação, realizado pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima).

Os estudantes mostraram, por meio de peças teatrais e paródias, o resultado do aprendizado realizado com o projeto da Aged. O projeto leva noções de educação sanitária às escolas apresentando, por meio de palestras, espetáculos teatrais e de fantoche e outras atividades, mostrando às crianças a importância do conhecimento sobre as doenças e pragas que afetam a saúde animal e vegetal e suas implicações diretas e indiretas para o homem.

Os estudantes que participaram receberam medalhas e certificados. Aqueles que se destacaram nos três primeiros lugares receberam prêmios especiais da Aged e entidades parceiras.

O primeiro lugar ficou com a Escola Maria Ferreira, localizada em Iguaíba, Paço do Lumiar, que recebeu dois computadores com impressora pela peça teatral "Com agrotóxico, todo cuidado é pouco". O segundo lugar ficou com a Escola Vereador Genival Pereira, localizada em Tendal, Paço do Lumiar, que recebeu um computador pela parodia "Combatendo a Aftosa". O terceiro lugar ficou com a escola Santa Barbara,localizada em Santa Barbara, na capital, que recebeu uma maquina digital pela parodia" Febre Aftosa".

Segundo a diretora de Defesa Animal da Aged, Margarida Prazeres, o Projeto Fazendo Educação é de fundamental importância, pois além de levar informação às crianças, é uma forma de descobrir talentos artísticos.

"É um dos projetos mais importantes que desenvolvemos, pois trabalha com a educação das crianças para o futuro", diz.

A coordenadora de Educação Sanitária e Comunicação da Aged, Fernanda Albuquerque complementa: "O Fazendo Educação atinge justamente o público que vai usar esses conhecimento sobre saúde vegetal, animal e ambiental, que são as crianças que vivem na zona rural", afirmou.

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