São Luís

Bando que assaltou casa de vereador tem outros crimes

A quadrilha pode estar envolvida em assaltos a uma Transportadora e posto de combustível.

Imirante.com

Atualizada em 27/03/2022 às 12h19

SÃO LUÍS - O bando, que foi preso nos bairros São Cristóvão e São Bernardo, acusado de assaltar a casa do vereador Astro de Ogum (PMN), também é suspeito de ter cometido outros dois grandes assaltos: à Transportadora Ramos e a um proprietário de um posto de combustível no São Cristóvão.

A operação, batizada de Pedra Ametista, desenvolvida pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de São Luís com o apoio da Superintendência da Polícia Civil da Capital (SPCI), conseguiu desarticular a quadrilha formada por: Ronei Fabrício Barroso, de 19 anos; Raimundo Fágner Araújo Coelho, de 28 anos, conhecido como Zezinho; Vanderli dos Reis Bonfim, de 24 anos, conhecido como Magrão; Luan Anderson Costa, de 23 anos; Francisco Xavier Nunes Oliveira, de 44 anos; Luciano da Silva Monroe, de 27 anos, conhecido como Gargamel; Daniel Oliveira Sousa, de 33 anos, e Jorge Luís dos Santos, conhecido como Jorge Baiano.

Assalto a casa de vereador

Ronei Fabrício Barroso, de 19 anos, foi preso e apontado com um dos principais articuladores do ato criminoso. Ele trabalhou por 45 dias como motorista particular do vereador e sabia exatamente onde estava o cofre com o dinheiro. Com ele, a polícia encontrou R$ 20 mil, que estavam enterrados no quintal de sua casa, além de uma motocicleta Honda Cross, avaliada em R$ 12 mil.

Raimundo Fágner Araújo Coelho, de 28 anos, conhecido como Zezinho (com este, a polícia encontrou R$ 4.700,00, um anel de brilhantes e um veículo modelo Celta prata utilizado no assalto); Vanderli dos Reis Bonfim, de 24 anos, conhecido como Magrão (com ele, a polícia encontrou R$ 10 mil e três armas que foram usadas no assalto).

De acordo com o titular da DRF, delegado Ronilson Moura, até ontem, apenas R$ 38 mil haviam sido recuperados, além de três motocicletas e dois automóveis que tinham sido comprados com o dinheiro roubado. Os bandidos dizem que o restante depositaram em contas bancárias de parentes e amigos. Os outros integrantes do bando continuam sendo procurados.

- Nós estamos mantendo as diligências nas ruas para encontrar as outras pessoas - disse o delegado Moura.

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