CAXIAS - Depois de várias reclamações dos usuários, o Departamento de Trânsito de Caxias (DMTT) decidiu melhorar o serviço de ônibus em circulação pela cidade.
Durante os próximos meses, todos os transportes coletivos serão fiscalizados, bem como a rota de cada um e, especialmente, os pontos de paradas, que são o principal alvo de críticas dos usuários de ônibus, pois atualmente apenas dois pontos fixos - um em frente ao Centro de Cultura e outro em frente à Prefeitura - são respeitados em Caxias.
“Para pegar um ônibus é a maior dificuldade, pois não se sabe onde vão parar. Os motoristas param em qualquer lugar, tem carro que só sai depois que está lotado. Ficamos esperando muito tempo no lugar”, mencionou a dona de casa Raimunda Luísa Cordeiro.
A fiscalização promovida pelo DMTT será mais ampla. A estrutura dos veículos usados como transporte coletivo será fiscalizada, bem como a situação dos condutores, que devem estar devidamente habilitados.
Alguns itens básicos, como assento prioritário, local de parada e tempo de espera entre um veículo e outro, também serão avaliados. Para isso, os coletivos serão acompanhados regularmente por fiscais do Departamento Municipal de Trânsito.
Atualmente, apenas uma empresa explora o serviço na cidade. Não houve concorrência ou uma lei específica para regulamentar o serviço, que já esteve em situação mais precária.
Alternativo - Há quatro anos o serviço de transporte coletivo era composto por carros alternativos, que hoje estão sendo substituídos gradativamente por micro-ônibus. Estes ainda estão longe de ser semelhantes aos usados nos grandes centros, mas já representam um avanço, alguns já dispõem de porta de entrada e saída de passageiros e sinalizadores para quem pede parada.
Além disso, há um fator que está contribuindo para que o caxiense busque cada vez mais o serviço dos ônibus: o preço da tarifa. Hoje, custa em torno de R$ 1,50, que fica bem abaixo do cobrado por mototaxistas, que não fazem uma corrida por menos de R$ 3,00.
Quem usa o serviço de transporte coletivo não reclama, mas comenta que falta conforto para o usuário. Os usuários dizem que se houvesse ônibus com acessibilidade para cadeirantes e deficientes físicos seria bem melhor. Outra reivindicação é a ampliação das rotas que encurtariam distâncias, já que os veículos demoram horas para percorrer a cidade.
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