SÃO LUÍS – Realizada, no sábado (26), a missa de sétimo dia da morte da advogada Geyza Rocha Pires. Durante a celebração, realizada na igreja do Bom Pastor, no bairro Renascença, em São Luís, ninguém da família quis se manifestar sobre o crime. Geyza Rocha Pires era advogada e tinha 34 anos e foi assassinada depois de sair de casa, no sábado (19).
O principal suspeito de matar a advogada é Tiago de Sousa - um colega dela, que, segundo a polícia, insistia numa relação amorosa sempre rejeitada pela vítima. Tiago tem as mesmas características do homem que foi a casa da advogada procurar por ela duas vezes na noite de sábado. A polícia já tem as imagens das câmeras de segurança que gravaram tudo.
A advogada foi encontrada morta em um lixão em Panaquatira, no município de São José de Ribamar. O corpo tinha perfurações de faca. Desde o começo das investigações, a polícia trabalha com a hipótese de crime passional, crime cometido por amor, onde o principal suspeito era o namorado dela, Tiago de Sousa, de 26 anos, porque a polícia encontrou no notebook da vítima "e-mails ameaçadores" enviados por ele.
A polícia já pediu a prisão temporária de Tiago de Sousa de e de Vanessa Matos, de 20 anos, que segundo informações repassadas à polícia, seriam namorados. Eles foram identificados por meio de imagens de câmeras instaladas na rua da casa da vítima. Tiago de Sousa e Vanessa Matos teriam utilizado um dos cartões de crédito da vítima um dia após o crime em um salão de beleza, em São Luís.
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