RIO DE JANEIRO - A enxaqueca afeta uma em cada oito pessoas e é, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma das 20 condições mais incapacitantes. Para as mulheres é pior ainda: as esperanças de uma cura para a enxaqueca têm sido impulsionadas pela descoberta de três genes ligados às dores de cabeça incapacitantes e um desses trechos de DNA também parece ser mais suscetível em mulheres.
Pesquisadores da Harvard Medical School examinaram 23 mil pacientes e relacionaram três trechos de DNA à enxaqueca, mas nenhum parecia determinar se as dores eram acompanhadas de sintomas visuais como luzes piscantes ou visão turva que muitas vezes acompanham o problema e dificultam o tratamento.
O estudo americano foi desenvolvido a partir de uma descoberta de pesquisadores britânicos que apontou o primeiro gene comum por trás da enxaqueca. Estudos também mostram que quem sofre de enxaqueca é mais propenso a outras doenças. Estudos mostraram que homens têm 25% mais propensão a doenças cardíacas e doentes em geral têm duas vezes mais chances de desenvolver coágulos no sangue.
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