SÃO PAULO - O número de mortos pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami do dia 11 de março no Japão aumentou para 7.700, e há 11.651 desaparecidos, segundo balanço divulgado na manhã deste domingo (20) pela Polícia Nacional. Na véspera, o número de mortos estava em 7.197.
O tremor e o maremoto provocaram destruição em regiões inteiras da costa nordeste do país e jogaram o país em crises nuclear, energética e humanitária. As buscas por sobreviventes continuam, mas as esperanças de encontrá-los diminuem.
O número de mortos deve aumentar bastante, segundo as autoridades e a imprensa. A polícia da prefeitura (distrito) de Miyagi informou no domingo que, só na região, o número de mortos deve passar de 15 mil.
Veja imagens do terremoto que atingiu o Japão
Os esforços de assistência se concentram em procurar um teto para os sobreviventes que perderam suas casas, entre eles cerca de 360 mil pessoas que permanecem em 2.200 refúgios providenciados pelas autoridades.
Entre eles, estão os 200 mil retirados nos arredores da usina nuclear de Fukushima Daiichi, bastante danificada pelo terremoto e pelo tsunami, onde técnicos e militares lutam para diminuir a temperatura de seus reatores para evitar um vazamento radioativo maior.
O governo informou ter registrado excesso de radiação em amostras de leite e espinafre em Fukushima e Ibarachi, regiões próximas à usina acidentada.

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