BRASÍLIA - O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar em que Cássio Cunha Lima (PSDB) e seu vice, Jose Lacerda Neto (DEM), pediam para ficar no cargo até o julgamento definitivo de recursos judiciais apresentados à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou o mandato de ambos na terça-feira.
O ministrou tomou a decisão por motivos técnicos antes mesmo de analisar o pedido de Cunha Lima. Ele explicou que o recurso deveria ser encaminhado do TSE e não ao Supremo.
Cássio Cunha Lima e o vice foram acusados de abuso de poder econômico e político na eleição de 2006 por terem distribuído mais de 35 mil cheques, de R$ 1 mil a R$ 56 mil, num total de R$ 3,5 milhões, inclusive a pessoas ligadas ao governo, como autoridades do primeiro escalão da Casa Civil e de secretarias de governo.
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