SÃO LUÍS - De acordo com pesquisa realizada pelo Departamento de Saúde Pública da UFMA em bairros da periferia da capital, 85% das crianças estão em situação de violência doméstica na primeira infância (período que vai dos três aos seis anos de idade). Além disso, 72% não têm o nome do pai no registro e 69% recebem assistência de irmãos mais velhos, avós maternos ou vizinhos para que a mãe possa trabalhar.
Os dados parciais foram coletados em 18 bairros da periferia. O projeto visitou 500 lares e entrevistou 170 professores da rede pública de ensino e 200 agentes de saúde que atuam nas comunidades estudadas.
Segundo a orientadora da pesquisa, a professora Artenira da Silva, a solução para o problema é trabalhar diretamente com os educadores.
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