BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta segunda-feira, ao deixar o Congresso Nacional, que estavam tentando assassinar a sua honra, mas que ninguém ia conseguir fazê-lo. "Está claro que querem assassinar a minha honra, mas não vão assassinar, porque não tem prova contra absolutamente nada", disse.
O processo contra o presidente da Casa no Conselho de Ética está parado e esperando um relator. O senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) está afastado por motivos médicos e Wellington Salgado (PMDB-MG) pediu para deixar o cargo após adiamento da representação do Psol contra Calheiros.
As denúncias são de que o lobista Claudio Gontijo teria pagado as pensões de Calheiros à jornalista Mônica Veloso, com quem o senador tem uma filha. O presidente do Conselho, Sibá Machado (PT-AC), marcou uma reunião para quarta-feira, às 13h30, mesmo sem relator ainda definido.
Calheiros afirmou que já apresentou todas as provas necessárias para o processo e que não tem mais nada a acrescentar. "Depois que eu fiz as provas contrárias, qualquer coisa que se quer saber é preciso perguntar ao Conselho de Ética, aos advogados, aos senadores", afirmou.
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