Presidente da CPI dos Sanguessugas diz que dossiê envolve Barjas Negri e Abel Pereira

Agência Brasil

Atualizada em 27/03/2022 às 14h15

BRASÍLIA - O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Sanguessugas, deputado Antônio Carlos Biscaia (PT-RJ), disse hoje, após uma análise preliminar dos documentos que compõem o dossiê contra políticos do PSDB, que as provas contra o ex-ministro da Saúde Barjas Negri e Abel Pereira são suficientes para aprofundar as investigações.

“Posso afirmar que as provas são suficientes para que a investigação seja aprofundada. Já formei a minha convicção a esse respeito e nada, além disso. A documentação envolve o ex-ministro Barjas e Abel Pereira de forma contundente”, disse Biscaia.

De acordo com o presidente da comissão, que ainda não analisou em detalhes o material relativo ao dossiê em poder da CPMI, essa documentação serve para o inicio de uma investigação. “É um material que permite o inicio de investigação, mas a meu ver no que está ai (na comissão) não há nada que justifique uma ação criminosa, numa tentativa de compra de R$ 1,7 milhão. Nada”, afirmou.

Segundo Biscaia, os documentos são cópias de alguns lançamentos bancários, uma petição do empresário Luiz Antonio Vedoin, sócio da Planam, ao juiz de Cuiabá (MT) onde ele relata o envolvimento de Barjas Negri e de Abel Pereira no esquema da compra superfaturada de ambulâncias com recursos do orçamento, além de imagens nos CDS de solenidade políticas de entregas de ambulâncias.

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